sábado, 12 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Ovos misteriosos
Uma bela história...
Ovos misteriosos
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Le Petit Nicolas
Para os fãs do Menino Nicolau, o filme já chegou, mas em França e em francês...
Aqui fica um gostinho de alguns episódios que vocês já leram
Aqui fica um gostinho de alguns episódios que vocês já leram
terça-feira, 1 de junho de 2010
Ser CRIANÇA...
Crescer e viver
Recordar a
Infância é recordar
Amigos, que nunca serão esquecidos.
Nunca deixem de ser
CRIANÇAS!!!
A todas as crianças um dia MUITO FELIZ!
Recordar a
Infância é recordar
Amigos, que nunca serão esquecidos.
Nunca deixem de ser
CRIANÇAS!!!
A todas as crianças um dia MUITO FELIZ!
O Monstro das Cores
Azul, preto, verde e amarelo,
Mas não é um caramelo!
Será um arco-íris?
Não, é bem mais do isso.
É grande,
Um pouco assustador,
É um primo afastado do Adamastor.
Ele não é mau,
Nunca comeu uma nau.
Mas quem é ele afinal?
Sera o Pai Natal?
Não!
É o monstro das cores.
Aquele que vive nos Açores
E é amigo das flores.
O monstro das cores é alegre e florido,
Também é divertido
E muito colorido!
Ana Patrícia Lima
terça-feira, 25 de maio de 2010
Ode ao Verão...
O Verão está a chegar,
a Primavera, quase a terminar.
Mas, parece-me que o Inverno
quer voltar e ficar!
Voltou a chuva,
abalou o calor...
Oh! não que horror!
PRIMAVERA... VERÃO...
voltem por favor
que nós queremos praia e calor!
a Primavera, quase a terminar.
Mas, parece-me que o Inverno
quer voltar e ficar!
Voltou a chuva,
abalou o calor...
Oh! não que horror!
PRIMAVERA... VERÃO...
voltem por favor
que nós queremos praia e calor!
Arco-íris
Hoje fui atingida pela seta da inspiração poética!!! Decidi partilhar a minha inspiração convosco!
Olhei para o céu
e estava a chover,
mas logo de seguida,
vi o Sol chegar a correr.
Quando se encontraram,
o sol e a chuva,
deu-se uma bela mistura!
Sete arcos, bem coloridos
no horinzonte azuldado brilhavam..
Era o céu , que por um belo arco -iris
fora emoldurado.
Olhei para o céu
e estava a chover,
mas logo de seguida,
vi o Sol chegar a correr.
Quando se encontraram,
o sol e a chuva,
deu-se uma bela mistura!
Sete arcos, bem coloridos
no horinzonte azuldado brilhavam..
Era o céu , que por um belo arco -iris
fora emoldurado.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Nasredin E O Seu Burro
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Nasredin E O Seu Burro
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A vida de cão e de gato...- Ana Catarina Sande 5ºE
Era uma vez um gato doméstico que andava a passear por casa e viu o seu amigo cão.
O gato não resistiu e perguntou:
-O cão como é que tu és muito maior do que eu?
-O amigo gato sabes, é que eu sou de uma raça em que os cães são enormes como eu.
-Gostava de ser como tu, grande e preto.Olha cão vou contar mais sobre o animail gato. Como sabes é um animail pequeno mas tem uma vantance é que podemos ser pegados ao colinho e ser acarinhado.
-Desculpa lá gato mas, isso deve ser a única coisa de bom.
-Isso é o que tu pensas ser gato é uma coisa maravilhosa, primeiro andamos no solo com o golfinho nadar no mar e depois, temos pêlo fofinho.
-Isso também eu tenho, pêlo fofo e ando no solo, como tu amigo gato.
-Sabes que os gatos adoram carne e peixe? É uma coisa que nem te passa pela cabeça.
-Também como muita carne e às vezes também como peixe.
-Mas não é a mesma coisa. Sabes uma coisa?
- Não ainda não me disseste.
-É que os gatos são muito mais chamosos do que as gatas.
- A nós cães não há grandes diferenças entre o macho e a fêmea.
-Ok acho que chego a hora da verdade, é que nos gatos é a mesma coisa, sabes é como sou macho e sou convesido arme-me em bom mas na verdade, sou só um gato muito mimado.
- Não fiques triste, conta lá como é o animail gato
-Oh! Só tenho mais duas coisas para contar.
-Então conta lá.
-Queres mesmo?
-Claro que quero ouvir.
-Então o tipo de reprodução dos gatos é odorífera e somos vivíparos
-É só isso que tens a contar?
-É só
-Então adeus amigo gato e adorei ouvir a vida do animail gato. Obrigada!
Então o gato já feliz de ter contado tudo ao cão foi comer a carne que estava á sua espera para ser defurada por um gato belo que tinha o pêlo castanhinho claro com manchas castanhas escuras.
Ana Catarina Sande, 5ºE
O gato não resistiu e perguntou:
-O cão como é que tu és muito maior do que eu?
-O amigo gato sabes, é que eu sou de uma raça em que os cães são enormes como eu.
-Gostava de ser como tu, grande e preto.Olha cão vou contar mais sobre o animail gato. Como sabes é um animail pequeno mas tem uma vantance é que podemos ser pegados ao colinho e ser acarinhado.
-Desculpa lá gato mas, isso deve ser a única coisa de bom.
-Isso é o que tu pensas ser gato é uma coisa maravilhosa, primeiro andamos no solo com o golfinho nadar no mar e depois, temos pêlo fofinho.
-Isso também eu tenho, pêlo fofo e ando no solo, como tu amigo gato.
-Sabes que os gatos adoram carne e peixe? É uma coisa que nem te passa pela cabeça.
-Também como muita carne e às vezes também como peixe.
-Mas não é a mesma coisa. Sabes uma coisa?
- Não ainda não me disseste.
-É que os gatos são muito mais chamosos do que as gatas.
- A nós cães não há grandes diferenças entre o macho e a fêmea.
-Ok acho que chego a hora da verdade, é que nos gatos é a mesma coisa, sabes é como sou macho e sou convesido arme-me em bom mas na verdade, sou só um gato muito mimado.
- Não fiques triste, conta lá como é o animail gato
-Oh! Só tenho mais duas coisas para contar.
-Então conta lá.
-Queres mesmo?
-Claro que quero ouvir.
-Então o tipo de reprodução dos gatos é odorífera e somos vivíparos
-É só isso que tens a contar?
-É só
-Então adeus amigo gato e adorei ouvir a vida do animail gato. Obrigada!
Então o gato já feliz de ter contado tudo ao cão foi comer a carne que estava á sua espera para ser defurada por um gato belo que tinha o pêlo castanhinho claro com manchas castanhas escuras.
Ana Catarina Sande, 5ºE
Mata dos Medos
Depois da nossa visita de estudo à Mata dos Medos, lemos algumas histórias do livro Contos da Mata dos Medos. Mais uma vez o 5ºE ilustrou a história.
Os Ovos Misteriosos, de Luísa Ducla Soares
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Numa noite de luar...
Numa noite de luar com o céu azul e muito estrelado. Estava eu na minha janela a olhar o céu e a sonhar, como eu gostaria de viver num mundo diferente. Então reparei numa estrela muito brilhante que até parecia estar mais perto de mim.
Continuei a olhar e reparei que a estrela me piscou o olho.
Ela estava a reparar em mim tal, como eu reparava nela. Muito espantada ouvi:
- Pssiu...pssiu… como te chamas ?
- Esta a falar comigo?
- Sim claro!
- Chamo-me Joana e tu como te chamas?
- Estrelinha.
- Mas tu não és igual as outras estrelas. Tens um brilho especial.
- Pois, eu sou a estrela dos sonhos só me consegue ver quem consegue sonhar. Tu estavas a sonhar?
- Sim estava
-Queres contar-me?
-Sim. Estava a sonhar com o mundo sem fome, sem guerras, sem violência, sem poluição. Queria que todos vivessem em paz e harmonia.
- Que sonho bonito o teu.- disse-me a estrela.
-E tu também tens sonhos Estrelinha?
-Sim. Tenho, um dia quero ser uma estrela-cadente
-Olha tu já és muito bonita tens um brilho especial.Não precisas de mais nada.
- Tu és uma boa menina Joana podíamos ser amigas?
- Como?
- Podemos encontrar-nos todas as noites para conversarmos.
-Combinado.
Desde esse dia quando a noite cai eu vou conversar com a minha Estrelinha que me ilumina todas as noites.
JOANA PORTUGAL
5º G
Continuei a olhar e reparei que a estrela me piscou o olho.
Ela estava a reparar em mim tal, como eu reparava nela. Muito espantada ouvi:
- Pssiu...pssiu… como te chamas ?
- Esta a falar comigo?
- Sim claro!
- Chamo-me Joana e tu como te chamas?
- Estrelinha.
- Mas tu não és igual as outras estrelas. Tens um brilho especial.
- Pois, eu sou a estrela dos sonhos só me consegue ver quem consegue sonhar. Tu estavas a sonhar?
- Sim estava
-Queres contar-me?
-Sim. Estava a sonhar com o mundo sem fome, sem guerras, sem violência, sem poluição. Queria que todos vivessem em paz e harmonia.
- Que sonho bonito o teu.- disse-me a estrela.
-E tu também tens sonhos Estrelinha?
-Sim. Tenho, um dia quero ser uma estrela-cadente
-Olha tu já és muito bonita tens um brilho especial.Não precisas de mais nada.
- Tu és uma boa menina Joana podíamos ser amigas?
- Como?
- Podemos encontrar-nos todas as noites para conversarmos.
-Combinado.
Desde esse dia quando a noite cai eu vou conversar com a minha Estrelinha que me ilumina todas as noites.
JOANA PORTUGAL
5º G
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Feira do Livro
Este ano decorre, no Parque Eduardo VII, a 80.ª edição da Feira do Livro de Lisboa até dia 16 de Maio. Aproveitem para irem lá com a vossa família. Além de estar num lugar bastante agradável, encontra-se por lá livrinhos a um preço mais em conta!
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Prova de Aferição de Língua Portuguesa
Queridos alunos e alunas do 6ºI, espero que corra tudo bem na vossa PROVA DE AFERIÇÃO de Língua Portuguesa e de Matemática. Sei que vão dar o vosso melhor, assim o espero. Apesar de serem distraídos, sei que se vão aplicar e mostrar aquilo de que são capazes!!!Beijinhos da vossa professora,
Ana Lima
Prova de Aferição de Língua Portuguesa
terça-feira, 4 de maio de 2010
A brincar com as Preposições
Estes poemas foram elaborados pelos alunos da professora Mané, que é minha colega de Mestrado! Como achei que estavam muito engraçados e originais, pedi-lhe para os publicar aqui no blogue.
AS PREPOSIÇÕES E A ESCOLA
A ver a turma do 7ºD
ante a aula de Lingua Portuguesa
após o toque de entrada
até ao toque de saída
com diversas actividades
conforme a época do ano
consoante a matéria dada
contra a vontade de alguns alunos
de terem de escever mais do que queriam.
Desde a primeira até à última página do caderno
durante hora e meia
em duas aulas por semana,
entre Segunda e Quinta feira,
excepto algumas excepções.
Mediante as propostas dadas pela professora
para obtermos mais conhecimentos
perante o futuro que temos em frente
por isso, repito:
SALVO algumas excepções,
segundo a minha opinião,
sem uma boa formação
sob nós próprios,
e
sobre a disciplina, Lingua Portuguesa!...
Trás!! ??Sem dúvida alguma,
após a persistência da professora,
bons resultados teremos ( incluindo na nossa vida profissional!).
AS PREPOSIÇÕES E A ESCOLA
A ver a turma do 7ºD
ante a aula de Lingua Portuguesa
após o toque de entrada
até ao toque de saída
com diversas actividades
conforme a época do ano
consoante a matéria dada
contra a vontade de alguns alunos
de terem de escever mais do que queriam.
Desde a primeira até à última página do caderno
durante hora e meia
em duas aulas por semana,
entre Segunda e Quinta feira,
excepto algumas excepções.
Mediante as propostas dadas pela professora
para obtermos mais conhecimentos
perante o futuro que temos em frente
por isso, repito:
SALVO algumas excepções,
segundo a minha opinião,
sem uma boa formação
sob nós próprios,
e
sobre a disciplina, Lingua Portuguesa!...
Trás!! ??Sem dúvida alguma,
após a persistência da professora,
bons resultados teremos ( incluindo na nossa vida profissional!).
quinta-feira, 22 de abril de 2010
As Aventuras de Ulisses
Depois da nossa ida ao teatro, os alunos do 6ºI ilustraram a cena que mais gostaram de ver.
Aqui vos deixo algumas dessas ilustrações.
Aqui vos deixo algumas dessas ilustrações.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Nasredin e o seu burro
Depois, do professor Luís Oliveira ter vindo à escola apresentar o livro "Nasredin", aos meus alunos, eu apresentei-lhes a história "Nasredin e o seu burro", mas antes apresentei-lhes a capa do livro e pedi-lhes que escrevessem a razão pela qual o burro estava no cimo de uma árvore!
Aqui ficam algumas histórias...
Era uma vez, um menino que se chamava Nasredin. Nasredin , tinha um animal de estimação, que era o seu melhor amigo, o burro Flash.
Um dia, Nasredin e o Flash decidiram dar uma volta pela cidade. Quando chegaram à cidade, Nasredin parou para comer. Flash charmoso e belo encantava todas as burras, e foi o que aconteceu, conseguiu arranjar uma amiga.
Só que ela estava muito, muito aflita, porque um dos seus amigos ficou preso no cimo de uma árvore cheia de ramos. Valente e corajoso, Flash subiu à árvore, mas Nasredin não concordou.
Mas não valia de nada, porque Flash também ficou preso. Flash ficou muito assustado porque tinha medo de alturas. Nasredin correu e subiu tão depressa mas não valeu a pena, não conseguiu.
Sara Esteves, 5ºG
Era uma vez um menino chamado Nasredin que gostava tanto do seu burro, que, todos os dias, levava o burro às costas. Nasredin foi ganhando força, e, um dia, já tinha tanta força que já consegui saltar com o burro às costas.
No dia dos seus anos, Mustafá, seu pai deixou-o ir dar uma volta com o burro. Nasredin como sempre levou o burro às costas e, quando estava a saltar, saltou tão alto que o burro ficou preso num ramo da árvore.
Nasredin ficou em pânico e foi pedir auxílio ao seu pai. Mustafá pensou e passado algum tempo veio-lhe uma ideia à cabeça. Foi buscar uma cenoura, mas quando os dois lá chegaram e tentaram soltar o burro com o cheiro da cenoura, mas, o burro não se mexia nem por nada. Nasredin ficou a chorar junto do pai, porque tinha de deixar o seu melhor amigo em cima da árvore.
Todos os dias Nasredin aparecia ao pé do burro a dar-lhe de comer, e, uma dia não conseguiu resistir, pousou a comida subiu à árvore mas não teve sorte. Um ramo de árvore partiu-se e Nasredin e o burro caíram. Nasredin aleijou-se e desta vez o burro levou-o às costas.
Diana Gomes, 5ºG
Aqui ficam algumas histórias...
Nasredin e o seu burro
Era uma vez, um menino que se chamava Nasredin. Nasredin , tinha um animal de estimação, que era o seu melhor amigo, o burro Flash.
Um dia, Nasredin e o Flash decidiram dar uma volta pela cidade. Quando chegaram à cidade, Nasredin parou para comer. Flash charmoso e belo encantava todas as burras, e foi o que aconteceu, conseguiu arranjar uma amiga.
Só que ela estava muito, muito aflita, porque um dos seus amigos ficou preso no cimo de uma árvore cheia de ramos. Valente e corajoso, Flash subiu à árvore, mas Nasredin não concordou.
Mas não valia de nada, porque Flash também ficou preso. Flash ficou muito assustado porque tinha medo de alturas. Nasredin correu e subiu tão depressa mas não valeu a pena, não conseguiu.
Sara Esteves, 5ºG
Nasredin e o seu burro
Era uma vez um menino chamado Nasredin que gostava tanto do seu burro, que, todos os dias, levava o burro às costas. Nasredin foi ganhando força, e, um dia, já tinha tanta força que já consegui saltar com o burro às costas.
No dia dos seus anos, Mustafá, seu pai deixou-o ir dar uma volta com o burro. Nasredin como sempre levou o burro às costas e, quando estava a saltar, saltou tão alto que o burro ficou preso num ramo da árvore.
Nasredin ficou em pânico e foi pedir auxílio ao seu pai. Mustafá pensou e passado algum tempo veio-lhe uma ideia à cabeça. Foi buscar uma cenoura, mas quando os dois lá chegaram e tentaram soltar o burro com o cheiro da cenoura, mas, o burro não se mexia nem por nada. Nasredin ficou a chorar junto do pai, porque tinha de deixar o seu melhor amigo em cima da árvore.
Todos os dias Nasredin aparecia ao pé do burro a dar-lhe de comer, e, uma dia não conseguiu resistir, pousou a comida subiu à árvore mas não teve sorte. Um ramo de árvore partiu-se e Nasredin e o burro caíram. Nasredin aleijou-se e desta vez o burro levou-o às costas.
Diana Gomes, 5ºG
sexta-feira, 16 de abril de 2010
As Aventuras de Ulisses
Hoje o 6ºI e o 6ºH foram até ao Auditório do Colégio São João de Brito, no Lumiar, ver a peça de teatro AS AVENTURAS DE ULISSES.
O nosso início de dia também foi uma verdadeira AVENTURA. Primeiro chovia a cântaros, depois não havia autocarro para nos levar, mas este problema lá foi resolvido, e só chegámos ao teatro com 15minutos de atraso. Depois de tudo isto lá nos sentámos e aprecíamos a peça.
É uma peça muito engraçada e com elementos muito actuais... Foi muito divertido.À saída ainda tivemos um espectáculo mais engraçado e divertido! O Diogo, do 6ºI, decidiu imitar as sereias e não é que o rapaz até tem jeito para o teatro!?! Foi risota geral!
Aqui ficam algumas fotos (não estão muito profissionais, porque a máquina não ajuda muito e não se podia tirar fotos com flash dentro do auditório).
Ulisses na ilha de Circe
Diogo e a sua imitação das sereias
O lanche
Os Livros que escolhemos...
terça-feira, 6 de abril de 2010
Primavera
Agora sim, estamos na PRIMAVERA!!! O sol chegou e trouxe os seus amigos, o calor e o bom tempo! É tão bom acordar com o solinho a entrar na janela e sair à rua sem sentirmos o frio do Inverno, que teimava em ficar!
Para celebrar a Primavera aqui está o desenho que o Tiago fez sobre a Primavera.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
E o coelho da Páscoa...?
A tradição do Coelhinho da Páscoa foi trazida para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e o início do século XVIII.
No Antigo Egipto, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade consideravam o coelho como o símbolo da Lua, portanto, é possível que ele tenha se tornado símbolo pascoal devido ao facto da Lua determinar a data da Páscoa. O certo é que os coelhos são notáveis pela sua capacidade de reprodução, e geram grandes ninhadas, e a Páscoa marca a ressurreição, vida nova, tanto entre os judeus quanto entre os cristãos.
Existe também a lenda de que uma mulher pobre coloriu alguns ovos de galinha e os escondeu, para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram os ovos, um coelho passou correndo. Espalhou-se, então, a história de que o coelho é que havia trazido os ovos.
No Antigo Egipto, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade consideravam o coelho como o símbolo da Lua, portanto, é possível que ele tenha se tornado símbolo pascoal devido ao facto da Lua determinar a data da Páscoa. O certo é que os coelhos são notáveis pela sua capacidade de reprodução, e geram grandes ninhadas, e a Páscoa marca a ressurreição, vida nova, tanto entre os judeus quanto entre os cristãos.
Existe também a lenda de que uma mulher pobre coloriu alguns ovos de galinha e os escondeu, para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram os ovos, um coelho passou correndo. Espalhou-se, então, a história de que o coelho é que havia trazido os ovos.
A História dos OVOS DA PÁSCOA
O Domingo de Páscoa é a ressurreição, simbolizada pelo ovo, significando o nascimento – a nova vida.
A tradição de oferecer ovos vem da China.
Há vários séculos os orientais preocupavam-se em embrulhar os ovos naturais com cascas de cebola e cozinhavam-nos com beterraba. Ao retirá-los do fogo, ficavam com desenhos mosqueados na casca.
Os ovos eram dados de presente na Festa da Primavera.
O costume chegou ao Egipto.
Assim como os chineses, os egípcios distribuíam os ovos no início da nova estação.
Depois da morte de Jesus Cristo, os cristãos consagraram esse hábito como lembrança da ressurreição e no século XVIII a Igreja adoptou-o oficialmente, como símbolo da Páscoa.
Desde então, trocam-se os ovos enfeitados no domingo após a Semana Santa.
Há duas versões para explicar a substituição de ovos naturais pelos de chocolate.
Uma delas conta que a Igreja proibia, durante a Quaresma, a alimentação que incluísse ovos, carne e derivados de leite.
Mas essa versão é contraditória, pois, na Idade Média, era comum a bênção de ovos durante a missa antes de entregá-los aos fiéis.
A hipótese mais provável é o início do desenvolvimento da indústria de chocolate, por volta de 1828.
A tradição de oferecer ovos vem da China.
Há vários séculos os orientais preocupavam-se em embrulhar os ovos naturais com cascas de cebola e cozinhavam-nos com beterraba. Ao retirá-los do fogo, ficavam com desenhos mosqueados na casca.
Os ovos eram dados de presente na Festa da Primavera.
O costume chegou ao Egipto.
Assim como os chineses, os egípcios distribuíam os ovos no início da nova estação.
Depois da morte de Jesus Cristo, os cristãos consagraram esse hábito como lembrança da ressurreição e no século XVIII a Igreja adoptou-o oficialmente, como símbolo da Páscoa.
Desde então, trocam-se os ovos enfeitados no domingo após a Semana Santa.
Há duas versões para explicar a substituição de ovos naturais pelos de chocolate.
Uma delas conta que a Igreja proibia, durante a Quaresma, a alimentação que incluísse ovos, carne e derivados de leite.
Mas essa versão é contraditória, pois, na Idade Média, era comum a bênção de ovos durante a missa antes de entregá-los aos fiéis.
A hipótese mais provável é o início do desenvolvimento da indústria de chocolate, por volta de 1828.
Circe e Ulisses
A Anna Gabriella do 6ºI fez um trabalho sobre Circe e aqui está ele.
Nome: Circe
Poderes: destruição, amor físico, feitiçaria, encantamentos, maldições, vinganças, magia negra, bruxaria.
Descendência: filha de Hélio, deus-sol e da ninfa Pérsia.
Circe era uma figura da mitologia grega, é retratada como filha de Hélio, deus-sol e da ninfa Pérsia. Por ter envenenado seu marido, o rei dos Sármatas, que habitava o Cáucaso, por isso foi obrigada a morar na ilha de Eana, localizada no litoral oeste da Itália.
O nome da ilha"Eana", traduz- se como "prantear" e dela emanava uma luz ténue e fúnebre. Esta luz, identificava Circe, como a "Deusa da Morte". Era também associada aos voos mortais dos falcões, pois assim como estes, ela enganava suas vítimas para depois enfeitiçá-las.
O grito do falcão é "circ-circ" e é considerado a canção mágica de Circe que controla tanto a criação quanto a dissolução. Sua identificação com os pássaros é importante, pois eles têm a capacidade de viajar livremente entre os reinos do céu e da terra, possuidores dos segredos mais ocultos, mensageiros angélicos e portadores do espírito e da alma.
Antigos escritores gregos citavam-na como "Circe das Madeixas Trançadas", pois podia manipular as forças da criação e destruição através de nós e tranças em seus cabelos.
Ulisses e sua tripulação já desesperada, pararam na ilha de Circe. Ulisses como estava cansado ficou no barco e os marinheiros foram para dentro da ilha e viram um castelo. Na porta do castelo tinha leões e lobos.
Então eles entraram no castelo depararam-se com um grande banquete que Circe tinha preparado.
Eles comeram ate não poderem mais e no final Circe serviu um licor.
Quando todos beberam o licor transformaram-se em porcos, Euríloco ao ver o que aconteceu foi chamar Ulisses.
Quando contou tudo a Ulisses, que foi lá e disse para Circe libertar os seus marinheiros. Circe disse que era mentira e que se esses porcos fossem os marinheiros dele, ele os reconheceria.
Ulisses olhou e não reconheceu, então Circe fez de Ulisses o seu prisioneiro. Ele ficou triste e passaram-se anos, foi em tão então que Circe e ele ficaram amigos e ela soltou Ulisses e os seus marinheiros, e avisou-o do mar da sereias.
Nome: Circe
Poderes: destruição, amor físico, feitiçaria, encantamentos, maldições, vinganças, magia negra, bruxaria.
Descendência: filha de Hélio, deus-sol e da ninfa Pérsia.
Sobre Circe
Circe era uma figura da mitologia grega, é retratada como filha de Hélio, deus-sol e da ninfa Pérsia. Por ter envenenado seu marido, o rei dos Sármatas, que habitava o Cáucaso, por isso foi obrigada a morar na ilha de Eana, localizada no litoral oeste da Itália.
O nome da ilha"Eana", traduz- se como "prantear" e dela emanava uma luz ténue e fúnebre. Esta luz, identificava Circe, como a "Deusa da Morte". Era também associada aos voos mortais dos falcões, pois assim como estes, ela enganava suas vítimas para depois enfeitiçá-las.
O grito do falcão é "circ-circ" e é considerado a canção mágica de Circe que controla tanto a criação quanto a dissolução. Sua identificação com os pássaros é importante, pois eles têm a capacidade de viajar livremente entre os reinos do céu e da terra, possuidores dos segredos mais ocultos, mensageiros angélicos e portadores do espírito e da alma.
Antigos escritores gregos citavam-na como "Circe das Madeixas Trançadas", pois podia manipular as forças da criação e destruição através de nós e tranças em seus cabelos.
Episódio de Ulisses na ilha de Circe.
Ulisses e sua tripulação já desesperada, pararam na ilha de Circe. Ulisses como estava cansado ficou no barco e os marinheiros foram para dentro da ilha e viram um castelo. Na porta do castelo tinha leões e lobos.
Então eles entraram no castelo depararam-se com um grande banquete que Circe tinha preparado.
Eles comeram ate não poderem mais e no final Circe serviu um licor.
Quando todos beberam o licor transformaram-se em porcos, Euríloco ao ver o que aconteceu foi chamar Ulisses.
Quando contou tudo a Ulisses, que foi lá e disse para Circe libertar os seus marinheiros. Circe disse que era mentira e que se esses porcos fossem os marinheiros dele, ele os reconheceria.
Ulisses olhou e não reconheceu, então Circe fez de Ulisses o seu prisioneiro. Ele ficou triste e passaram-se anos, foi em tão então que Circe e ele ficaram amigos e ela soltou Ulisses e os seus marinheiros, e avisou-o do mar da sereias.
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