sábado, 30 de maio de 2009

FELIZ DIA DA CRIANÇA

A infância é o melhor tempo da nossa vida...

Hoje quero desejar a todas as crianças e em especial aos meus alunos UM FELIZ DIA DA CRIANÇA.

Lembrem-se que por este Mundo fora há crianças que não têm a sorte, que muitos de vocês têm. Algumas não têm pais, outras morrem de fome, muitas trabalham, ou não vão há escola... Aproveitem a vossa infância e sejam FELIZES...

quarta-feira, 27 de maio de 2009

As girafas abraçadinhas!

A primeira pessoa a aceitar o desafio das girafas foi a minha colega Célia Pesseto. Como é um blogue para pequenos e grandes, aqui fica o seu pequeno texto.

Num daqueles dias em que o mundo é realmente espectacular, três bonitas girafas resolveram apanhar uma nuvem maravilhosa parecida com um sol magnífico! Depois de discutirem sobre o alcance dos pescoços, concluíram que o ideal seria usufruírem das suas próprias pernas. Ao saltarem as três ao mesmo tempo, tropeçaram e viram com muita estranheza que tinham entrelaçado os longos, compridos e magros pescoços! E agora? A nuvem desfez-se, o dia acinzentou-se, escureceu e os pescoços continuaram comodamente abraçadinhos! Só mesmo uma linda menina, amiga dos animais conseguiu ajudar, com a sua esperteza! Neste momento, as girafas aguardam uma nova nuvem para tentarem, mais uma vez, alcançar o inatingível! Porque tudo é possível…

de Célia Pesseto



segunda-feira, 25 de maio de 2009

A cigarra e a formiga

A Lebre e a Tartaruga

Vamos usar a imaginação????


Deixo-vos aqui um desafio... que tal inventarem uma história, na qual imaginem como é que estas três Girafitas ficaram neste estado...
mandem-me as vossas histórias para o meu e-mail, que podem ver no meu perfil
. As mais originais serão publicadas no blogue...

O Principezinho...

O livro "O Principezinho" fala de um menino que vivia num planeta: o Asteróide B612, e que caiu no planeta Terra. Isto aconteceu porque o menino queria arranjar uma ocupação e aprender coisas novas.Então decidiu visitar outros asteróides: o Asteróide 325, em que só vivia um rei que não tinha ninguém para mandar fazer o que dizia; o Asteróide 326, onde vivia um vaidoso que estava sozinho e não tinha quem o elogiasse; o Asteróide 327, onde estava um bêbado; o Asteróide 328, onde vivia um homem de negócios que só pensava em fazer contas; o Asteróide 329, onde se encontrava um acendedor de candeeiro que "fazia" a noite e o dia; e finalmente, o Asteróide 330, no qual vivia um geógrafo que sabia onde ficavam os mares, os rios, as cidades, entre outras coisas e que aconselhou o menino a visitar o planeta Terra, por ser um planeta com boa reputação.
Foi assim que o menino foi parar ao deserto do Saara, onde o escritor desta história se encontrava perdido após se ter partido qualquer coisa no motor do seu avião.
Eles conheceram-se quando o Principezinho se chegou ao pé dele e disse: "Por favor, desenha-me uma ovelha." Para o escritor, o Principezinho foi o único a em entender os seus dois desenhos feitos quando era criança: uma jibóia aberta e outra fechada, que todos teimavam em dizer ser um chapéu. Ele ficou maravilhado por o Principezinho adivinhar e assim, desenhou-lhe uma ovelha e a caixa para a ovelha.
Queres conhecer o resto da história... Terás de ler o livro para ficares a conhecê-lo melhor...

sábado, 23 de maio de 2009

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Fábula ao contrário

Uma grande amiga minha deixou-me esta "fábula" como comentário. Acheia-a tão gira que tive de publicá-la para todos terem conhecimento desta fábula ao contrário e das lições que tíramos delas...
UMA EXCELENTE MEMÓRIA
Por causa de certa história
a tartaruga vaidosa
achava-se nas corridas
rápida e talentosa.

Então desafiou uma lebre
que ali passava a correr:
“Aposto umas cenouras
em como te posso vencer!”

A lebre com a surpresa
até tropeçou e caiu.
Nem queria acreditar
no desafio que ouviu.

Mas aceitou a aposta
e sem perder um momento
foi à toca e preparou-se
com excelente equipamento.

T-shirt de boa marca
sapatilhas e calções
joelheiras apertadas
para evitar as lesões.

A tartaruga convencida
não se quis ir equipar.
Tinha a certeza absoluta
que à lebre iria ganhar...

Atentas e bem colocadas
na linha de partida
aguardaram o sinal
para começar a corrida.

Em poucos segundos a lebre
chegou ao fim da corrida
A tartaruga, com o espanto,
paralisou à saída!

A lebre foi ter com ela
que chorando sem parar
quis conhecer o segredo
que a tinha feito ganhar

“Há muitos anos atrás
aprendi uma lição...
A arrogância e a vaidade
são a nossa perdição

Por isso resolvi ser
humilde e aplicada.
Sem trabalho e sem esforço
nunca se ganha nada!”

(É que a lebre vencedora
tinha uma boa memória…
Era neta da lebre vencida
numa antiga história)

Se a tartaruga aprendeu
não ficámos a saber
mas teve de pagar as cenouras
que a lebre ficou a comer…
de Teresa Martinho Marques

sábado, 16 de maio de 2009

Dia 15 de Maio - DIA INTERNACIONAL DA FAMÍLIA

Dia Internacional da Família
O dia 15 de Maio foi proclamado pela ONU como DIA INTERNACIONAL DA FAMÍLIA.
Foi sugerido aos professores que convidassem as famílias a comemorar o Dia Internacional da Família 2009 propondo às crianças e jovens que escolhessem um livro na biblioteca , que interessasse a um dos seus familiares.
No Dia da Família poderão lê-lo em conjunto e conversar um pouco sobre o que o livro.
Depois poderão preencher o guião de entrevista, que é dado em baixo ou então no site do Plano Nacional de Leitura.

Dia Internacional da Família 2009
Entrevistar um adulto da família e escrever as respostas na ficha.

Nome do entrevistado:

Parentesco:

Data da entrevista:

Nome do entrevistador

Idade


1Diga o título de uma ou duas histórias que recorde da sua infância.

2Lembra-se do primeiro livro que leu? Qual era o título?

3Gosta de ler em família? Com quem?

4.Indique os livros que mais gostou de ler em família.

5.Costuma ler em casa?
Jornais
Revistas
Livros

6.Indique o título do livro que anda a ler.

7.Também lê na internet? O quê?

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Projecto "Escola Alerta"



O 5ºP participou num Projecto chamado "Escola Alerta, o qual pretende sensibilizar a comunidade escolar para as pessoas com deficiência e para as dificuldades que enfrentam todos os dias na escola, ou no local onde vivem.


Como o 5ºP tem dois meninos com NEE, fomos convidados a participar pelo Conselho Executivo da nossa escola. Participámos com o tema : " Um passo para a Igualdade"


Os alunos, com a ajuda da profª Célia Pesseto, Sílvina Fernandes e a minha, elaboram cartazes e folhetos sobre a Trissomia 21 e fizeram o levantamento de todas as barreiras arquitectónicas existentes na escola, para uma pessoa que se desloca numa cadeira de rodas.


Depois fizemos uma montagem e criámos um pequeno video, que foi a concurso com mais 23 pertencentes ao distrito de Setúbal.


No passado dia 7 de Maio 2009, foi a entrega dos prémios.


Os nossos meninos ganharam uma Menção Honrosa...
Foi uma tarde muito animada no Cine-Teatro do Montijo.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

(Re)Conto "A Lua" por Shania Santos 5ºP

Há muitos anos havia uma terra que a noite era sempre escura. Nessa terra não havia Lua e nenhuma estrela brilhava de noite. Um dia, quatro rapazes saíram dessa terra e foram para outro reino.
Nesse reino todas as noites aparecia uma luz. A luz não era muito forte, mas dava para as pessoas se verem umas as outras. Quando os rapazes viram a luz, perguntaram a um lavrador que estava a passar:
- Que luz é esta?
O lavador respondeu.
- Aquilo é a Lua, o nosso prefeito comprou-a por três moedas e pendurou-a num carvalho. Temos que lhe dar óleo e mantê-la limpa todos os dias, porque se não, ela deixa de brilhar. Por isso todos nos lhe pagamos uma moeda todas as semanas.
Os quatro rapazes começaram a pensar que essa luz fazia falta na terra deles. Roubaram-na e levaram-na para a sua terra.
Quando lá chegaram penduraram-na num carvalho.
As pessoas dessa terra ficaram muito contentes quando viram que podiam ver a noite. Os rapazes tratavam muito bem da Lua, limpavam-na todos os dias e ganhavam a sua moeda semanal.
Os anos foram passando e os rapazes ficaram velhos. Quando um deles estava a morrer disse aos amigos que queria um quarto da Lua que lhe pertencia, pois queria levá-la para a sepultura com ele. Os amigos disseram que sim e deram-lhe a parte da Lua que lhe pertencia. Quando o segundo morreu, foi-lhe dado o quarto dele e a luz ficou mais fraca, mas mesmo assim ainda se conseguia ver a noite. Quando o terceiro morreu, a noite ficou um pouco mais escura, mas quando morreu o quarto amigo a noite voltou a ficar negra como era dantes.
Assim, com os quatro quartos da Lua juntos no inferno os mortos acordaram dos seus sonhos com a luz. Os mortos com a luz ficaram a ver de novo. A luz do sol era muito forte, mas a luz da Lua dava muito bem para eles. Então, começaram a dançar e a ir para as tabernas beber vinho. O barulho era tanto que chegou ao céu.
São Pedro ouviu o barulho que os mortos faziam, e calculou que eles se tinham revoltado. Chamou as hostes celestes, que lutavam contra o maligno que pretendia assolar a morada dos abençoados. Como eles não vieram, São Pedro foi no seu cavalo ao inferno acalmar os mortos, sepultou-os novamente e levou com ele a Lua e pendurou-a no céu para que todos nos a pudéssemos ver.
FIM

Shania T. Santos
Turma: 5P

segunda-feira, 11 de maio de 2009

A Fábula da Fábula

Para começar a explicar o que é uma fábula aos pequenos, aqui está um texto que acho fabuloso...

Era uma vez
Uma fábula famosa
Alimentícia
E moralizadora,
Que, em verso e prosa,
Toda a gente
Inteligente,
Prudente
E sabedora
Repetia
Aos filhos,
Aos netos
E a bisnetos
À base de uns insectos,
De que não vale a pena fixar o nome,
A fábula garantia
Que quem cantava
Morria
De fome.
E, realmente...
Simplesmente.
Enquanto a fábula contava,
Um demónio secreto perguntava
Ao ouvido secreto
De cada criatura
Se quem não cantava
morria de fartura.


Miguel Torga, Diário VIII

A Lua

Este foi a ilustração que a Shania do 5ºP fez para o conto "A Lua"... Brevemente teremos a história.

Mais desenhos do 5ºV

Ana Sofia nº1

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Histórias de Infância

Quando eu era pequena , havia uma história que era a minha delícia... Nunca fui criança de fazer birras para comer ou para dormir, mas nos dias menos bons havia uma história que a minha mãe inventou para ajudar a "empurrar" o almoço, ou para "ajudar a vinda do João Pestana". E eu aprendi aquela história "de cor e salteado"... O problemas destas histórias é que quando são recontadas, já não são da mesma forma, mas eu lembrava-me bem como tinha sido e desatava a berrar "NÃO É ASSIM"...
Ainda no Verão tive de usar a "minha história" com a Joaninha, pois não queria comer a sopita!
E agora vou partilhá-la convosco.

"Era uma vez uma coelhita, que vivia numa floresta com outros animais. Eles eram todos muito felizes e amigos, mas a coelhita não era muito feliz. Andava sempre triste, faltava-lhe qualquer coisa... Faltava-lhe um coelhinho para lhe fazer companhia, porque na floresta, não havia nenhum coelho.
Um dia ela resolveu sair da floresta e ir à procura do coelhito.
Então a coelhinha saiu da floresta e lá foi na sua viagem.
Ela andou, andou, mas não via nenhum coelho. De repente ouviu um barulho e viu um ratinho. Ele perguntou-lhe:
-Coelhita que fazes por aqui? Nunca te tinha visto.
-Ando à procura de um coelho que queira casar comigo.- respondeu ela.
-Posso ir contigo?- perguntou o ratinho.
- Claro, assim até me fazes companhia- disse a coelhita.
E lá foram os dois. Andaram mais um bocado e ouviram um choro, foram ver e viram uma gatinha. Eles perguntaram-lhe porque estava a chorar e ela respondeu que não tinha amigos. Então a coelhita e o ratinho convidaram-na para os acompanhar na procura de marido para a coelhita.
Voltaram ao caminho e passado um bocado encontraram um burro que lhes perguntou onde é que eles iam. A coelha disse que andava à procura de marido e que o ratinho e a gata lhe estavam a fazer companhia. O burro quis juntar-se a eles e lá retomaram o caminho.
Depois de andaram bastante viram uma galinha e ela perguntou-lhes o que andavam por ali a fazer. Eles explicaram que procuravam um marido para a coelhita e ela juntou-se ao grupo.
Retomaram viagem.
Já estava a escurecer, quando, por detrás de tronco, o grupo de animais ouviu um choro... O burro, como era muito curioso, foi ver o que se passava. E qual não é o seu espanto quando vê um coelhinho a chorar. O burro pergunta-lhe o que ele tem e o coelho diz-lhe que queria encontrar uma coelha para casar com ele, mas nenhuma aceitava. Então o burro diz-lhe que não tem de se preocupar mais, que ele tinha a solução para o problema e chama a coelha e todos os animias que se juntaram a ela.
A coelhita, quando vê o coelho, apaixona-se logo por ele e ele por ela.
Voltaram juntos para a floresta da coelhinha, onde se casaram e viveram felizes para sempre, com uma grande ninhada de lindos coelhinhos e coelhinhas."

Vitória, vitória acabou-se a história!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Feliz Páscoa


Desejo a toda a minha família, a todos os meus amigos , alunos e colegas...

UMA PÁSCOA MUITO FELIZ.

Ana Patrícia Lima

O Feiticeiro da gruta...

Este texto foi elabororado pelo Márcio Valadares, do 5ºP, a partir das cartas da "Arca dos Contos". É uma história que nos mostra que não devemos falar mal de ninguém, nem mentir sobre as pessoas ou às outras pessoas.


Numa gruta escura e fria com uma entrada muito assustadora, vivia um velho, alto, magro com um ar muito assustador como a gruta onde ele vivia. Vim a saber que era o feiticeiro da gruta.
Perto da gruta havia varias aldeias. Nas aldeias chamavam-lhe magico porque todos os fins de semana o feiticeiro aparecia nas aldeias com uma cartola muito bonita, com aspecto magico e, o que nela mais tinha de magico, era o poder de sair dela muitos coelhinhos brancos, figuras encantadoras, as pessoas ao verem tal coisa ficavam encantadas, de boca aberta era uma alegria tudo gritava: “Viva, viva o grande mágico! Viva ao mágico”.
No fim de cada actuação lá ia feliz o feiticeiro da gruta com a sua cartola mágica e seus coelhinhos de regresso a gruta contentes por fazerem os outros felizes.
Os fins de semana foram-se passando sempre com a mesma alegria, mas o mais importante estava para acontecer, num dos regressos à sua gruta, eu mais dois amigos meus, curiosos que estávamos com tanta magia seguimos o feiticeiro até a sua gruta. Até aqui tudo bem. Na gruta, o que vimos foi uma arca muito velha ao canto escuro da gruta, nela o feiticeiro guardava a sua linda cartola mais os lindos coelhinhos e só a abria aos fins-de-semana para ir fazer as suas actuações.
Eu mais os meus amigos começámos a ir a gruta todos os dias sem que alguém soubesse para vermos os coelhinhos a sair da tal arca coisa que não havia meio de acontecer. Fomos então abrir a tampa da arca e não vimos coelhos nenhuns. Deixámos passar mais um fim-de-semana fomos a ver a arca e não havia sinal dos coelhos. Ficámos muito tristes, eu mais os meus amigos e fomos para as aldeias dizer que vimos o mágico, como era conhecido nas aldeias, a fazer muito mal aos coelhinhos. A partir dai as pessoas já não gostaram mais do mágico. Foi muito feio da nossa parte, porque fomos mexer nas coisas do feiticeiro e mentimos sobre ele. Quando vimos que fizemos mal, fomos à gruta para pedir desculpa ao feiticeiro, mas ele já não estava lá.
Ficámos muito tristes com aquilo que fizemos. Procurámos por todo o lado até que vimos um coelho branco muito bonito lá ao longe a brincar com os seus irmãos. Fomos logo a correr em direcção aos coelhos e lá estava o feiticeiro muito triste porque nós falámos mal dele, o que nos não sabíamos é que os coelhinhos eram sempre os mesmos e que aquele truque era a única magia que só o feiticeiro sabia fazer. Vimos que os coelhos eram os seus melhores amigos e ele nada de mal queria para os coelhinhos, ao contrário daquilo que nos fomos dizer. Que mal que nós nos portamos. Chegámos à conclusão que tínhamos que fazer qualquer coisa para corrigirmos o mal que fizemos.
Pensamos então em falar com as nossas professoras para nos ajudarem a fazermos bem a quem tínhamos feito tão mal. Foi então quando a nossa professora de português nos sugeriu que convidássemos o feiticeiro a fazer uma actuação na nossa escola.
Foi um sucesso e assim conseguimos remediar o mal que tínhamos feito e começámos a ser os melhores amigos do mundo.
Este acto mau que nós tivemos ensinou-nos a não mexer nas coisas de ninguém, não falar mal de ninguém afinal os feiticeiros do mal fui eu e os meus amigos.
Depois mais tarde o feiticeiro convidou-nos para seus assistente, foi uma alegria. Fazíamos actuações por todas as aldeias. Conseguimos tirar o feiticeiro daquela gruta assustadora e foi morar para uma casa Muito bonita que tinha uma garagem onde treinava os seus truques de magia e ao fim de semana lá ia para as colectividades das aldeias mostrar à população os seus truques, para as crianças. Ele fazia feitiços para aparecer gelados, doces, etc...E ficou muito famoso nas aldeias.
Uma vez convidaram o feiticeiro para fazer truques de magia num grande circo foi logo um grande êxito, tal êxito que o feiticeiro deixou as nossas aldeias e foi fazer actuações nos grandes palcos dos espectáculos. Ficámos muito felizes, mas tristes ao mesmo tempo. Felizes porque víamos a alegria do feiticeiro, tristes porque não acompanhávamos o feiticeiro e seus coelhinhos nas suas grandes actuações.

Quadras de Páscoa

A Raquel do 5ºP presenteou-nos com mais umas quadras. Estas são sobre a Páscoa.
Na festa da Páscoa
nós vamos brincar,
e muitos ovinhos
nós todos vamos apanhar!

Muitos ovos
os meninos vão querer
ora, depois
vamo-los comer.

Nas férias da Páscoa
é só brincadeira.
Ovos e amêndoas
vai ser à maneira.

Os desenhos,
nós vamos ver,
enquanto os ovos
estivermos a comer...

segunda-feira, 16 de março de 2009

Lenda de Santo Aginha

Perdida entre arvoredos da Serra de Arga, a pouca distância de Caminha, está a pequena aldeia de Arga de São João. Ai existe uma minúscula capela de branquíssima frontaria, dedicada a Santo Aginha, e mandada edificar em memória do milagre que vou contar.

Diz a tradição do lugar que Aginha era um perigoso salteador de estradas e casais. A região vivia em pânico porque não havia dia que o homem desse sossego às pessoas. Ai de quem passeasse sozinho pelos carreiros e descaminhos da serra! quando menos esperasse, via aparecer-lhe pela frente, de punhal em riste e chapelão de abas largas descaídas sobre os olhos, o malfadado Aginha. E se não levasse fazenda ou moeda consigo, passava um mau bocado, porque o assaltante só desistia da presa despois de a esbulhar, nem que fosse da roupa que trazia. Se, por outro lado, arriscasse um gesto de autodefesa. poderia ficar bem maltratado, pois o salteador, ainda que por vezes mais fraco do que a vítima, era homem habituado a rudezas e de uma agilidade de gato bravo.

Dizem que, um dia, Aginha caiu sobre um padre que vinha dar a extrema -unção a uma velhota que vivia num pequeno casal escondido nas brenhas. E, não se sabe como, o padre teve modos de o converter ao bom caminho e persuadir a abandonar a vida de bandido. Como penitência, o padre mandou que permanecesse no monte, nos mesmos locais onde antes atacava os viajantes, mas agora auxiliando quem passasse do modo que pudesse. Aginha obedeceu e por ali ficou, esperando que cada gesto que fizesse, apagasse os actos do passado.

Certo dia, descia a serra uma carroça puxada por dois bois muito pachorrentos, carregada de lenha e com um carreiro sentado no varal. Aginha estava encostado a um carvalho, mastigando uma azeda, quando viu a carroça virar-se repentinamente: uma roda passou sobre uma pedra maior, desequelibrou-se e tombou para o lado.

O carreiro, aflito pelo desastre e por saber que estava em terras de Aginha, olhou em volta procurando auxílio. Subitamente, os seus olhos deram com Aginha, que se levantara para o ajudar. O homem fez-se branco de pavor. E ignorando a conversão do salteador, crendo que ele se aproximava para o maltratar, pegou na machada da lenha e deu-lhe uma pancada tão cheia de pânico que o matou.

Com o coração angustiado, desatou a correr serra abaixo até chegar à aldeia. dirigiu-se às autoridades para lhes contar o que tinha acontecido, pensava que o esperava uma moeda de ouro, por recompensa. As autoridades tomaram conta do ocorrido e disseram-lhe que mais tarde se certificariam do sucedido.

Assim, o homem voltou, com o coração mais leve, ao local do crime para finalmente socorrer os bois e trazer o carrego de lenha para a aldeia. Sentia, contundo, no fundo das tripas um certo horror pelo que fizera e por isso tratou de tudo como um burro empalado, olhando em frente, evitando encarar o corpo que estendera no chão.

Quando dias mais tarde as autoridades se dignaram a subir a serra para verificar a morte do assaltante, encontraram o corpo de Aginha intacto e, segundo dizem, exalando um suave cheiro de flores silvestres numa madrugada de Maio.

Esta é a história de um assaltante que foi tão santo e fez tais milagres que o povo agradecido passou a venerá-lo na capela de Arga de São João."


in, Lendas Portuguesas (adaptado)

À DESCOBERTA DA HISTÓRIA

A história do mês de Março e de Abril é a seguinte:

Ovos Cozidos (reconta uma narrativa tradicional “As três adivinhas do rei”) permite a criação de novas adivinhas, a partilha de curiosidades sobre outros reinos ou até a tentativa de descobrir onde fica este reino.

Marisa Núñez




Pouco há a dizer acerca desta autora galega que publicou alguns livros de literatura infantil e juvenil. Recebeu o primeiro prémio do livro infantil pela obra “Chocolata” pela Funcação “Espace Enfants” na Suiça. Desde então os seus livros são traduzidos em vários idiomas com o Inglês, Francês, Turco, Coreano, Italiano e é claro Português.

PERGUNTA DO MÊS DE MARÇO ABRIL:


Na obra “Ovos cozidos”, indica o que a rainha escolheu levar com ela quando foi expulsa pelo rei.
Agora é só ir até à Biblioteca da Escola, colocar a resposta no papelinho e pôr o papelinho na caixinha... depois é só esperar e ver quem ganha.
NÃO TE ESQUEÇAS QUE quantas mais vezes participares, mais hipóteses tens de GANHAR um super prémio...