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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Circe e Ulisses

A Anna Gabriella do 6ºI fez um trabalho sobre Circe e aqui está ele.

BI
Nome: Circe
Poderes: destruição, amor físico, feitiçaria, encantamentos, maldições, vinganças, magia negra, bruxaria.
Descendência: filha de Hélio, deus-sol e da ninfa Pérsia.

Sobre Circe


Circe era uma figura da mitologia grega, é retratada como filha de Hélio, deus-sol e da ninfa Pérsia. Por ter envenenado seu marido, o rei dos Sármatas, que habitava o Cáucaso, por isso foi obrigada a morar na ilha de Eana, localizada no litoral oeste da Itália.

O nome da ilha"Eana", traduz- se como "prantear" e dela emanava uma luz ténue e fúnebre. Esta luz, identificava Circe, como a "Deusa da Morte". Era também associada aos voos mortais dos falcões, pois assim como estes, ela enganava suas vítimas para depois enfeitiçá-las.

O grito do falcão é "circ-circ" e é considerado a canção mágica de Circe que controla tanto a criação quanto a dissolução. Sua identificação com os pássaros é importante, pois eles têm a capacidade de viajar livremente entre os reinos do céu e da terra, possuidores dos segredos mais ocultos, mensageiros angélicos e portadores do espírito e da alma.

Antigos escritores gregos citavam-na como "Circe das Madeixas Trançadas", pois podia manipular as forças da criação e destruição através de nós e tranças em seus cabelos.

Episódio de Ulisses na ilha de Circe.


Ulisses e sua tripulação já desesperada, pararam na ilha de Circe. Ulisses como estava cansado ficou no barco e os marinheiros foram para dentro da ilha e viram um castelo. Na porta do castelo tinha leões e lobos.
Então eles entraram no castelo depararam-se com um grande banquete que Circe tinha preparado.
Eles comeram ate não poderem mais e no final Circe serviu um licor.
Quando todos beberam o licor transformaram-se em porcos, Euríloco ao ver o que aconteceu foi chamar Ulisses.
Quando contou tudo a Ulisses, que foi lá e disse para Circe libertar os seus marinheiros. Circe disse que era mentira e que se esses porcos fossem os marinheiros dele, ele os reconheceria.
Ulisses olhou e não reconheceu, então Circe fez de Ulisses o seu prisioneiro. Ele ficou triste e passaram-se anos, foi em tão então que Circe e ele ficaram amigos e ela soltou Ulisses e os seus marinheiros, e avisou-o do mar da sereias.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Ulisses

Este ano tenho duas turmas de PCA (Percursos Curriculares Alternativos) um quinto ano (5ºC) e um sexto ano (6ºJ). Digamos que não é muito fácil trabalhar com estes miúdos, há dias muito complicados, nos quais ganho muitos cabelos brancos... Mas quando decidi aceitar estas turmas, já sabia que não ia ser nenhum "mar de rosas".

O 6ºJ, no 1º Período trabalhou a obra "Ulisses" de Maria Alberta Menéres. Como é um PCA de informática fizeram os guiões de leitura nos computadores e, no fim, pedi-lhes que fizessem um resumo de um capítulo que tivessem gostado mais ou que se lembrassem melhor.

De todos seleccionei apenas estes que vos apresento. Outras oportunidades haverá para colocar os vossos textos aqui...



ULISSES NA ILHA DOS INFERNOS

Havia um grego que se chamava Ulisses que gostava muito do mar.

Ulisses saiu da ilha de Circe e foi directamente para a ilha dos infernos. Os marinheiros, ao verem a ilha dos infernos, ficaram cheios de medo.
Quando Ulisses desceu do barco foi ver da entrada para a ilha, quando avistou o portão da entrada, viu também o cão de três cabeças. Ele conhecia o segredo do cão cérebro, que guardava a entrada da ilha dos infernos. Circe disse-lhe que se o cão estivesse de olhos abertos podia passar porque estava a dormir, mas se estivesse de olhos fechados não devia entrar, porque estava acordado. Ulisses foi espreitar e os olhos do cão estavam fechados. Então esperou um bom bocado para que o cão abrisse os olhos. Por fim, quando o cão abriu os olhos, Ulisses foi muito devagar para ver se não o acordava.
Quando entrou na gruta viu as sombras dos mortos e, de repente, viu a sombra da sua mãe que ele pensava que ainda estava viva. Ele deu-lhe logo um bocado de carne de ovelha negra, pois só assim poderia falar com os mortos
Ulisses falou com a mãe por alguns momentos. Ela contou-lhe o que se passava em Ítaca com a sua esposa e o seu filho Telémaco. Ele despediu-se da sua mãe e prosseguiu a sua viagem no reino dos infernos, onde encontrou Tântalo e Sífiso que em vida tinham sido pessoas muito cruéis e agora estavam a pagar por todo o mal que fizeram .
Ulisses decidiu sair rapidamente dali, pois não suportava mais aquele ambiente.

texto escrito por: Miguel Pereira n~8, 6ºJ







A GUERRA DE TRÓIA E A CHEGADA À CICLÓPIA


Ulisses saiu do cavalo e não viu miguem por ali. Saltou do cavalo e os seus amigos que estavam dentro do cavalo também saltaram .
Eles abriram as portas da cidade de Tróia e os soldados gregos que voltaram e entraram na cidade. Eles não tinham nada, nem armas, nem cavalo, mas destruíram a cidade toda não sobrou nada da cidade.
Os gregos libertaram a rainha Helena e Ulisses ficou conhecidos como ´´O destruidor de Tróia”.
Os soldados cheios de saudades da sua terra pegaram nos barcos voltara, para Ítaca.
Ulisses lembrou-se da Penélope e do filho que deixou lá tão pequeno.
Reuniu-se com uns gregos marinheiros e pegaram no navio e foram a direcção de Ítaca.
Ulisses só pensava de regressa a pátria.
A certa altura sentiram que estavam a ser arrastados por uma corrente muito forte. Ulisses disse-lhes que não se preocupassem, que se deixassem ir, que, depois do mar abrandar eles voltariam em direcção a Ítaca.
Assim fizeram, mas a corrente só aumentava nunca mais parava.
Eles já iam longe, quando viram uma ilha.
Ao chegarem, a essa ilha, Ulisses deu um grito bem grande. Tinham ido para à Ciclópia.
Tudo na quele lugar era grande os habitantes eram gigantes que tinham só um olho no meio da testa e que eram devoradores de homens…

texto escrito por: Irlene Castro, nº7, 6ºJ