
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Vamos usar a imaginação????

sábado, 23 de maio de 2009
Que histórias serão estas?????
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Histórias de Infância
Ainda no Verão tive de usar a "minha história" com a Joaninha, pois não queria comer a sopita!
E agora vou partilhá-la convosco.
"
Era uma vez uma coelhita, que vivia numa floresta com outros animais. Eles eram todos muito felizes e amigos, mas a coelhita não era muito feliz. Andava sempre triste, faltava-lhe qualquer coisa... Faltava-lhe um coelhinho para lhe fazer companhia, porque na floresta, não havia nenhum coelho.Um dia ela resolveu sair da floresta e ir à procura do coelhito.
Então a coelhinha saiu da floresta e lá foi na sua viagem.
Ela andou, andou, mas não via nenhum coelho. De repente ouviu um barulho e viu um ratinho. Ele perguntou-lhe:
-Coelhita que fazes por aqui? Nunca te tinha visto.
-Ando à procura de um coelho que queira casar comigo.- respondeu ela.
-Posso ir contigo?- perguntou o ratinho.
- Claro, assim até me fazes companhia- disse a coelhita.
E lá foram os dois. Andaram mais um bocado e ouviram um choro, foram ver e viram uma gatinha. Eles perguntaram-lhe porque estava a chorar e ela respondeu que não tinha amigos. Então a coelhita e o ratinho convidaram-na para os acompanhar na procura de marido para a coelhita.
Voltaram ao caminho e passado um bocado encontraram um burro que lhes perguntou onde é que eles iam. A coelha disse que andava à procura de marido e que o ratinho e a gata lhe estavam a fazer companhia. O burro quis juntar-se a eles e lá retomaram o caminho.
Depois de andaram bastante viram uma galinha e ela perguntou-lhes o que andavam por ali a fazer. Eles explicaram que procuravam um marido para a coelhita e ela juntou-se ao grupo.
Retomaram viagem.
Já estava a escurecer, quando, por detrás de tronco, o grupo de animais ouviu um choro... O burro, como era muito curioso, foi ver o que se passava. E qual não é o seu espanto quando vê um coelhinho a chorar. O burro pergunta-lhe o que ele tem e o coelho diz-lhe que queria encontrar uma coelha para casar com ele, mas nenhuma aceitava. Então o burro diz-lhe que não tem de se preocupar mais, que ele tinha a solução para o problema e chama a coelha e todos os animias que se juntaram a ela.
A coelhita, quando vê o coelho, apaixona-se logo por ele e ele por ela.
Voltaram juntos para a floresta da coelhinha, onde se casaram e viveram felizes para sempre, com uma grande ninhada de lindos coelhinhos e coelhinhas."
Vitória, vitória acabou-se a história!
quarta-feira, 1 de abril de 2009
O Feiticeiro da gruta...

Perto da gruta havia varias aldeias. Nas aldeias chamavam-lhe magico porque todos os fins de semana o feiticeiro aparecia nas aldeias com uma cartola muito bonita, com aspecto magico e, o que nela mais tinha de magico, era o poder de sair dela muitos coelhinhos brancos, figuras encantadoras, as pessoas ao verem tal coisa ficavam encantadas, de boca aberta era uma alegria tudo gritava: “Viva, viva o grande mágico! Viva ao mágico”.
No fim de cada actuação lá ia feliz o feiticeiro da gruta com a sua cartola mágica e seus coelhinhos de regresso a gruta contentes por fazerem os outros felizes.
Os fins de semana foram-se passando sempre com a mesma alegria, mas o mais importante estava para acontecer, num dos regressos à sua gruta, eu mais dois amigos meus, curiosos que estávamos com tanta magia seguimos o feiticeiro até a sua gruta. Até aqui tudo bem. Na gruta, o que vimos foi uma arca muito velha ao canto escuro da gruta, nela o feiticeiro guardava a sua linda cartola mais os lindos coelhinhos e só a abria aos fins-de-semana para ir fazer as suas actuações.
Eu mais os meus amigos começámos a ir a gruta todos os dias sem que alguém soubesse para vermos os coelhinhos a sair da tal arca coisa que não havia meio de acontecer. Fomos então abrir a tampa da arca e não vimos coelhos nenhuns. Deixámos passar mais um fim-de-semana fomos a ver a arca e não havia sinal dos coelhos. Ficámos muito tristes, eu mais os meus amigos e fomos para as aldeias dizer que vimos o mágico, como era conhecido nas aldeias, a fazer muito mal aos coelhinhos. A partir dai as pessoas já não gostaram mais do mágico. Foi muito feio da nossa p
arte, porque fomos mexer nas coisas do feiticeiro e mentimos sobre ele. Quando vimos que fizemos mal, fomos à gruta para pedir desculpa ao feiticeiro, mas ele já não estava lá.Ficámos muito tristes com aquilo que fizemos. Procurámos por todo o lado até que vimos um coelho branco muito bonito lá ao longe a brincar com os seus irmãos. Fomos logo a correr em direcção aos coelhos e lá estava o feiticeiro muito triste porque nós falámos mal dele, o que nos não sabíamos é que os coelhinhos eram sempre os mesmos e que aquele truque era a única magia que só o feiticeiro sabia fazer. Vimos que os coelhos eram os seus melhores amigos e ele nada de mal queria para os coelhinhos, ao contrário daquilo que nos fomos dizer. Que mal que nós nos portamos. Chegámos à conclusão que tínhamos que fazer qualquer coisa para corrigirmos o mal que fizemos.
Pensamos então em falar com as nossas professoras para nos ajudarem a fazermos bem a quem tínhamos feito tão mal. Foi então quando a nossa professora de português nos sugeriu que convidássemos o feiticeiro a fazer uma actuação na nossa escola.
Foi um sucesso e assim conseguimos remediar o mal que tínhamos feito e começámos a ser os melhores amigos do mundo.
Este acto mau que nós tivemos ensinou-nos a não mexer nas coisas de ninguém, não falar mal de ninguém afinal os feiticeiros do mal fui eu e os meus amigos.
Depois mais tarde o feiticeiro convidou-nos para seus assistente, foi uma alegria. Fazíamos actuações por todas as aldeias. Conseguimos tirar o feiticeiro daquela gruta assustadora e foi morar para uma casa Muito bonita que tinha uma garagem onde treinava os seus truques de magia e ao fim de semana lá ia para as colectividades das aldeias mostrar à população os seus truques, para as crianças. Ele fazia feitiços para aparecer gelados, doces, etc...E ficou muito famoso nas aldeias.
Uma vez convidaram o feiticeiro para fazer truques de magia num grande circo foi logo um grande êxito, tal êxito que o feiticeiro deixou as nossas aldeias e foi fazer actuações nos grandes palcos dos espectáculos. Ficámos muito felizes, mas tristes ao mesmo tempo. Felizes porque víamos a alegria do feiticeiro, tristes porque não acompanhávamos o feiticeiro e seus coelhinhos nas suas grandes actuações.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Recados de Mãe

A minha aluna Maria Inês, do 5ºG, escolheu este livro para apresentar aos colegas.
A Inês estava muito nervosa por ir apresentar o livro, mas correu tudo.
A história deste livro é muito interessante e faz-nos pensar como determinados acontecimentos, que ocorrem na nossa vida, conseguem "virar tudo de pernas para o ar".
Depois da apresentação da Inês, pedi-lhe o livro para lê-lo com calma...
É uma história muito bonita de duas irmãs, que perdem a mãe e têm de ir morar com a avó materna para Coimbra, porque o pai não pode ficar com elas. A irmã mais velha, todos os dias, inventava um recado, que supostamente a mãe lhe dava durante a noite, para a irmã mais nova não sentir tanto a falta da sua mãe.´
Este livro mostra-nos uma bela história de amizade entre as duas irmãs...
Maria Teresa Maia Gonzalez
nasceu em Coimbra em 1958. É licenciada em Línguas e Literaturas modernas, variante de estudos franceses e Ingleses, pela faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. Foi professora de Língua Portuguesa de 1982 a 1997, no ensino oficial e particular.
Outras obras: “Gaspar & Mariana”, “A Fonte dos Segredos”, “A Lua de Joana” (também já traduzido para albanês, alemão, búlgaro, chinês e espanhol), “O Guarda da Praia”, “O Incendiário Misterioso”, “O Pai no Tecto”, “Pedro e o Papa”, “Os Herdeiros da Lua de Joana” (teatro), “Os Pés que Anunciam a Paz”, “O Amigo do Computador” (teatro), “A Rapariga Voadora” (teatro), “Quase Adolescente” (poesia), Colecção “O Clube das Chaves” (21 volumes – escritos em pareceria com Maria do Rosário Pedreira – todos reeditados).
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Os escritores do 6ºJ
Cheguei à aula e expliquei-lhes o que íamos fazer. Eles juntaram-se a pares e por cada par distribui um conjunto de cartas com as indicações do espaço, uma personagem humana e outra animal e disse-lhes: " - Com essas cartas, vão imaginar uma história, que tenha 10 a 15 linhas, mas se quiserem e conseguir podem escrever mais do que essas linhas. Quero que tentem fazer uma história com imaginação e sentido."
Eles começaram a discutir entre eles como fariam as histórias, eu fui dando uma ajuda e agora mostro-vos os resultados...

Era uma vez uma floresta que tinha umas belas tulipas.
Havia um coelho que ia comê-las e depois ia se embora procurar mais tulipas.
Certo dia, o coelho já não tinha tulipas para comer e disse:
- Tenho de ir procurar outra flor para comer…
Assim o fez.
O coelho andou, andou e andou por toda a floresta, até que achou umas rosas pretas.
Olhou para elas e pensou: “- Se eu comer isto o que irá acontecer-me?”
O que o coelho não sabia era que estava à frente do castelo do feiticeiro mais maléfico da floresta…
Quando o coelho ia dar uma dentada na pétala da rosa preta, apareceu o feiticeiro. O
coelho começou a olhar para ele e, de repente o feiticeiro deitou uma gota de uma poção mágica.O coelho sacudiu-se e riu-se para o feiticeiro.
Parecia que nada tinha mudado, que continuava a ser o mesmo coelho. Mas… hoje em dia faz as camas, arruma a casa, lava a loiça e ajuda o feiticeiro a fazer poções.
Afinal era uma poção de obediência.
A partir daquele dia o coelho nunca mais foi livre.
A princesa e a cadeira

Era uma vez uma princesa que tinha uma linda cadeira no seu quarto. Era uma cadeira muito especial, mas a princesa teve a infelicidade de uma bruxa ter-lhe lançado um feitiço muito, muito mau. Que era se ela se sentasse na cadeira ficaria feia e sem cabelo para o resto da vida.
Certo dia a princesa foi ao rio, que fica perto do bosque e apareceu um peixe muito grande ao pé dela e perguntou-lhe:
-O que é que tu tens?
A menina ficou muito surpreendida e exclamou:
- Tu falas!
- Sim. Eu sou a fada dos peixes. - Explicou-lhe o peixe.
- Ah! - Admirou-se a princesa.
O peixe perguntou outra vez o que lhe tinha acontecido e a menina explicou-lhe que tinha sido a bruxa que lhe lançara um feitiço e agora não podia sentar-se na sua cadeira preferida.
O peixe disse-lhe que tinha a solução para ela e explicou-lhe:
- Olha, vai procurar a flor amarela. Dentro dessa flor há uma fada e só ela é que consegue desfazer esse feitiço.
A princesa foi procurar a tal flor e demorou dois dias a encontrá-la. Quando a viu, chamou pela fada, que apareceu logo. A princesa contou-lhe tudo e a fada tirou-lhe o feitiço e a princesa ficou muito contente, quando voltou a poder sentar-se na sua cadeira.
Adriano nº1 e Diogo nº5
sábado, 17 de janeiro de 2009
Conto "O Velho, o Rapaz e o burro"


- Coitado do camelo! Já não lhe basta o peso das jarras cheias de água, também tem de levar com o peso de vocês os dois!
Os dois irmãos decidiram ir a pé e o camelo levava as jarras. Depois passou um homem que disse:
- Que vergonha! Em vez de ir a rapariga no camelo dascansada, não! Vão os dois a pé!
Era uma vez um senhor já velhote chamado Artur, cujo neto se chamava Bucalino. Ambos viviam perto de Nárina.
Todos os dias, depois de apanharem a fruta, iam até ao mercado com o seu camelo Mércula a fim de ganharem dinheiro para acompanhar o peixe que apanhavam todas as tardes no rio perto da aldeia. Um certo dia, quando estavam no mercado aproximou-se uma multidão de gente, que gritando diziam:
- Porque não deixas o Bucalino ir à escola? Queres que ele seja um velho como tu a viver miseravelmente no cimo de um monte sem saber nada da vida?
O velho Artur não disse nada e continuou a vender a sua fruta.
Os dias iam passando e cada vez mais pessoas se juntavam contra o velho Artur. De tantas críticas ouvir, o velho Artur respondeu dizendo-lhes:
- Vocês que me criticam todos os dias e dizem que vivo miseravelmente e que não mando o meu neto para a escola, fiquem sabendo que não são melhores que eu, pois sabendo vós das minhas condições de vida, nada fazem para me ajudar a dar o melhor ao meu neto. Por isso, como podereis criticar-me a mim que, tendo pouco, dou tudo que tenho ao meu neto, enquanto que vocês apenas ficam a olhar?
Trabalho realizado por: Margarida Silva, 5ºG – Nº16

