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terça-feira, 9 de março de 2010

A Senhora Primavera- André Casimiro nº2 5ºG

A Senhora Primavera tem a pele suave e cheirosa como as flores, quando ela passa o seu perfume , fica no ar e não consegue passar despercebida.O seu cabelo é comprido como a relva de de um campo de futebol.
A senhora Primavra é elegante e tem um vestido feito de flores cheirosas e com cores coloridas. Ela consegue ser bonita por fora e por dentro.
É uma senhora extrardinária e que nos consegue passar uma boa energia.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Fábula ao contrário

Uma grande amiga minha deixou-me esta "fábula" como comentário. Acheia-a tão gira que tive de publicá-la para todos terem conhecimento desta fábula ao contrário e das lições que tíramos delas...
UMA EXCELENTE MEMÓRIA
Por causa de certa história
a tartaruga vaidosa
achava-se nas corridas
rápida e talentosa.

Então desafiou uma lebre
que ali passava a correr:
“Aposto umas cenouras
em como te posso vencer!”

A lebre com a surpresa
até tropeçou e caiu.
Nem queria acreditar
no desafio que ouviu.

Mas aceitou a aposta
e sem perder um momento
foi à toca e preparou-se
com excelente equipamento.

T-shirt de boa marca
sapatilhas e calções
joelheiras apertadas
para evitar as lesões.

A tartaruga convencida
não se quis ir equipar.
Tinha a certeza absoluta
que à lebre iria ganhar...

Atentas e bem colocadas
na linha de partida
aguardaram o sinal
para começar a corrida.

Em poucos segundos a lebre
chegou ao fim da corrida
A tartaruga, com o espanto,
paralisou à saída!

A lebre foi ter com ela
que chorando sem parar
quis conhecer o segredo
que a tinha feito ganhar

“Há muitos anos atrás
aprendi uma lição...
A arrogância e a vaidade
são a nossa perdição

Por isso resolvi ser
humilde e aplicada.
Sem trabalho e sem esforço
nunca se ganha nada!”

(É que a lebre vencedora
tinha uma boa memória…
Era neta da lebre vencida
numa antiga história)

Se a tartaruga aprendeu
não ficámos a saber
mas teve de pagar as cenouras
que a lebre ficou a comer…
de Teresa Martinho Marques

segunda-feira, 11 de maio de 2009

A Fábula da Fábula

Para começar a explicar o que é uma fábula aos pequenos, aqui está um texto que acho fabuloso...

Era uma vez
Uma fábula famosa
Alimentícia
E moralizadora,
Que, em verso e prosa,
Toda a gente
Inteligente,
Prudente
E sabedora
Repetia
Aos filhos,
Aos netos
E a bisnetos
À base de uns insectos,
De que não vale a pena fixar o nome,
A fábula garantia
Que quem cantava
Morria
De fome.
E, realmente...
Simplesmente.
Enquanto a fábula contava,
Um demónio secreto perguntava
Ao ouvido secreto
De cada criatura
Se quem não cantava
morria de fartura.


Miguel Torga, Diário VIII

quinta-feira, 12 de março de 2009

Contadores de Histórias

Hoje, o 5ºV recebeu a visita da avó de uma das alunas da turma. Hoje a avó da Beatriz Couceiro foi à aula contar uma história.
Os miúdos portaram-se muito bem e deixo-lhes aqui os meus Parabéns.

A Beatriz estava felicíssima por ter lá a sua avó!!!

A história escolhida foi a fábula "O ouriço e o coelho". A senhora revelou-se uma verdadeira contadora de história e eles pediram que voltasse para lhes contar outra...

Depois de contar a história, a avó da Beatriz deixou uma imagem que ilustra a fábula. Claro que esta actividade serviu não só para melhorar a capacidade de compreensão oral, mas também a expressão escrita, visto que, durante o fim de semana terão de recontar a história, mas na "pele" de uma das personagens...

O que mais me fascinou foi o livro que a avó da Beatriz trazia... Era um livro grosso. com um aspecto antigo, de folhas amareladas e gastas pelos tempo... um verdadeiro pequeno tesouro...

terça-feira, 3 de março de 2009

Recordações de infância

Hoje, enquanto procurava um texto para os meus alunos de PCA, descobri este excerto da história da "GalinhaVerde"... Então recordei-me de quando era eu quem anadava na escola a aprender... É verdade! Estava na 4ªclasse.Nós lemos este texto na aula e gostámos tanto, que no final do ano, na nossa festa de despedida, encenamos esta peça com a ajuda da nossa professora Gina...



A Galinha Verde



A Galinha Verde abriu a porta, e ao ver o Galo Vaidoso, levou a ponta da asa ao coração, cheia de susto. Mandou entrar o polícia, a Galinha Amarela, engomadeira de seu ofício, e a galinha gorda, que se deixou cair numa cadeira, esbodegada e de bico aberto.
– Que desejam? – perguntou.
– Estas senhoras dizem que a menina…
– Senhora! – emendou a Galinha Verde.
– … Que a senhora tem doença ou bruxedo.
– Eu? Estou cheia de saúde. E quanto ao bruxedo, diga-me uma coisa, senhor guarda: Andou na escola? Se andou, sabe muito bem que não há bruxas e que só acreditam em bruxedos as galinhas ignorantes.
– Então por que tem as penas verdes? – gritou a Galinha Amarela, engomadeira de seu ofício.
– Ouça lá – perguntou a Galinha Verde, toda nervosa – eu alguma vez me meti consigo, por ser amarela; ali com a gorda, por ser preta. Ou com qualquer outra raça de galinha, branca, cinzenta, pedrês, às riscas ou aos quadradinhos? Sou verde, e depois? Nem por isso deixei de casar com o meu defunto Leghorn que o forno haja, e de ter cinco pintainhos amarelos, que são cinco amores. Sou uma galinha de trabalho, tenho a capoeira e a consciência muito limpas, e não passa um dia que não ponha o meu ovo a preceito. Não devo um bago de milho a ninguém. E faço tudo isto sozinha, sem a asa amiga de um galo para me ajudar… – E a Galinha Verde limpou uma lágrima à ponta da asa. – Há alguma lei que proíba uma galinha de ser verde? – continuou ela.
– Na realidade, não há – respondeu o Galo Vaidoso.
– Ora vão para as vossas capoeiras – cacarejou, fora de si, a Galinha Verde – que não devem estar muito arrumadas, visto que perdem o tempo a meter o bico na vida alheia, em vez de tratarem da sua, e deixem-me ser verde à minha vontade. E agora, rua! – E apontou-
–lhes a porta com a asa.
– Prenda-a, senhor guarda! Está a insultar-nos! – gritou a Galinha Amarela, mais amarela de raiva.
– Não posso prender um galináceo, só porque é verde – respondeu o Galo Vaidoso. – Por mim, não desgosto da cor. Acho… original, fora do vulgar…
Ricardo Alberty, A Galinha Verde, Ática

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Fábulas...

«Fábula é uma pequena narrativa de acontecimentos inventados, em prosa ou em verso, destinada a transmitir um ensinamento de carácter moral. As fábulas frequentemente apresentam seres peersonificados, ou seja, animais, plantas ou objectos que falam e agem como pessoas.»

in Novo Português em Linha 5ºano


As fábulas são óptimas para exercitar a imaginação das crianças e para ajudar a educar...
Os animais que falam, que nos ensinam a ser melhores pessoas, que criticam as atitudes dos homens...
Com os meus alunos do 5ºC estivemos a ler a famosa fábula da "Lebre e da Tartaruga".
A propósito desta fábula, eles escreveram um texto e completaram uma banda desenhada. Os trabalhos ainda não estão todos prontos, mas já há algumas "amostras".


Olá como sabem eu sou a tartaruga muito lenta e com se não bastasse a lebre é muito má comigo.
Ela desafiou-me para uma corrida hoje às 12h30. Eu sei que ela é muito rápida, mas ate posso ganhar. Começámos a corrida e ela já me estava a ganhar. Depois, com ela pensava e estava confiante que ia ganhar foi encostar-se à árvore porque estava com sono e lá fui continuando.. devagarinho.
Eu estava quase a apanhá-la e ultrapassei-a.
Quando ela acordou, olhou para os dois lados e lá estava eu quase a ultrapassar a meta.
Ela ainda tentou, mas quando ela chegou eu já tinha ultrapassado a meta e ganhei.


Mário João, nº10 5ºC