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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Festa de Natal do 6ºI

Em Estudo Acompanhado fizemos uma festa de Natal e houve troca de prendas, a propósito do jogo "O amigo secreto"! A minha amiga secreta era a Anna Gabriella e eu era a amiga secreta da Inês Carreira...
Foi um bocadinho muito divertido, com cozinha internacional e receitas dos alunos. a Luminita levou um salgado característico da Moldávia; o Máximo levou "beijinhos"; a Anna Gabriella, "brigadeiro"; o Miguel Pinto levou um delicioso bolo de lanranja feito por ele; a Nádia uma deliciosa quiche...e muitas coisas deliciosas. No fim não sobrou nem um "niquinho"!
Ora vejam as fotos...
 


As melhores prendas do mundo

No outro dia, comprei um livro de Ana Saldanha, intitulado "Ninguém dá prendas ao Pai Natal".
Já li a história aos meus alunos e eles gostaram muito.
A história deste livro passa-se no dia 24 de Dezembro, quando os meninos e meninas de todo o mundo abrem os presentes que o Pai Natal deixou no sapatinho. Este assiste a tudo muito triste, porque ninguém se lembra de lhe dar prendas. De repente, batem à porta... Quem seria? uma personagem muito conhecida dos nossos contos tradicionais. Depois desta surgiram outras e todas elas levavam um lembrança ao Pai Natal, mas a maior prenda que eles lhe deram foi a Amizade!!!
É uma história muito bonita para lerem aos vossos familiares no dia de Natal, junto da vossa família.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Feliz Páscoa


Desejo a toda a minha família, a todos os meus amigos , alunos e colegas...

UMA PÁSCOA MUITO FELIZ.

Ana Patrícia Lima

O Feiticeiro da gruta...

Este texto foi elabororado pelo Márcio Valadares, do 5ºP, a partir das cartas da "Arca dos Contos". É uma história que nos mostra que não devemos falar mal de ninguém, nem mentir sobre as pessoas ou às outras pessoas.


Numa gruta escura e fria com uma entrada muito assustadora, vivia um velho, alto, magro com um ar muito assustador como a gruta onde ele vivia. Vim a saber que era o feiticeiro da gruta.
Perto da gruta havia varias aldeias. Nas aldeias chamavam-lhe magico porque todos os fins de semana o feiticeiro aparecia nas aldeias com uma cartola muito bonita, com aspecto magico e, o que nela mais tinha de magico, era o poder de sair dela muitos coelhinhos brancos, figuras encantadoras, as pessoas ao verem tal coisa ficavam encantadas, de boca aberta era uma alegria tudo gritava: “Viva, viva o grande mágico! Viva ao mágico”.
No fim de cada actuação lá ia feliz o feiticeiro da gruta com a sua cartola mágica e seus coelhinhos de regresso a gruta contentes por fazerem os outros felizes.
Os fins de semana foram-se passando sempre com a mesma alegria, mas o mais importante estava para acontecer, num dos regressos à sua gruta, eu mais dois amigos meus, curiosos que estávamos com tanta magia seguimos o feiticeiro até a sua gruta. Até aqui tudo bem. Na gruta, o que vimos foi uma arca muito velha ao canto escuro da gruta, nela o feiticeiro guardava a sua linda cartola mais os lindos coelhinhos e só a abria aos fins-de-semana para ir fazer as suas actuações.
Eu mais os meus amigos começámos a ir a gruta todos os dias sem que alguém soubesse para vermos os coelhinhos a sair da tal arca coisa que não havia meio de acontecer. Fomos então abrir a tampa da arca e não vimos coelhos nenhuns. Deixámos passar mais um fim-de-semana fomos a ver a arca e não havia sinal dos coelhos. Ficámos muito tristes, eu mais os meus amigos e fomos para as aldeias dizer que vimos o mágico, como era conhecido nas aldeias, a fazer muito mal aos coelhinhos. A partir dai as pessoas já não gostaram mais do mágico. Foi muito feio da nossa parte, porque fomos mexer nas coisas do feiticeiro e mentimos sobre ele. Quando vimos que fizemos mal, fomos à gruta para pedir desculpa ao feiticeiro, mas ele já não estava lá.
Ficámos muito tristes com aquilo que fizemos. Procurámos por todo o lado até que vimos um coelho branco muito bonito lá ao longe a brincar com os seus irmãos. Fomos logo a correr em direcção aos coelhos e lá estava o feiticeiro muito triste porque nós falámos mal dele, o que nos não sabíamos é que os coelhinhos eram sempre os mesmos e que aquele truque era a única magia que só o feiticeiro sabia fazer. Vimos que os coelhos eram os seus melhores amigos e ele nada de mal queria para os coelhinhos, ao contrário daquilo que nos fomos dizer. Que mal que nós nos portamos. Chegámos à conclusão que tínhamos que fazer qualquer coisa para corrigirmos o mal que fizemos.
Pensamos então em falar com as nossas professoras para nos ajudarem a fazermos bem a quem tínhamos feito tão mal. Foi então quando a nossa professora de português nos sugeriu que convidássemos o feiticeiro a fazer uma actuação na nossa escola.
Foi um sucesso e assim conseguimos remediar o mal que tínhamos feito e começámos a ser os melhores amigos do mundo.
Este acto mau que nós tivemos ensinou-nos a não mexer nas coisas de ninguém, não falar mal de ninguém afinal os feiticeiros do mal fui eu e os meus amigos.
Depois mais tarde o feiticeiro convidou-nos para seus assistente, foi uma alegria. Fazíamos actuações por todas as aldeias. Conseguimos tirar o feiticeiro daquela gruta assustadora e foi morar para uma casa Muito bonita que tinha uma garagem onde treinava os seus truques de magia e ao fim de semana lá ia para as colectividades das aldeias mostrar à população os seus truques, para as crianças. Ele fazia feitiços para aparecer gelados, doces, etc...E ficou muito famoso nas aldeias.
Uma vez convidaram o feiticeiro para fazer truques de magia num grande circo foi logo um grande êxito, tal êxito que o feiticeiro deixou as nossas aldeias e foi fazer actuações nos grandes palcos dos espectáculos. Ficámos muito felizes, mas tristes ao mesmo tempo. Felizes porque víamos a alegria do feiticeiro, tristes porque não acompanhávamos o feiticeiro e seus coelhinhos nas suas grandes actuações.