segunda-feira, 28 de abril de 2014

A Biografia dos nossos autores preferidos- pelos alunos do 6ºJ







   Luísa Ducla Soares

Nasceu em Lisboa dia 20 de julho de 1939, licenciada em Filologia Germânica.
Dedica-se especialmente a leitura infanto-juvenil.
Tem sido jornalista adjunta do Ministério da Educação.   
Trabalha a 30 anos na Biblioteca Nacional, tem realizado sessões de incentivo a leitura e conferências em escolas, bibliotecas e universidades.
Autora de 130 livros, recusou por motivos políticos, o Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho.
Foi duas vezes galardoada pela Função de Calouste Gulbenkian.

(Nélida 6ºJ)


















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Biografia de Antoine de Saint-Exupéry





                      
Antoine de Saint-Exupéry nasceu em Lyon, a 29 de Junho de 1900.
Fez os seus estudos numa escola da Suíça e em Paris.
Tentou entrar na Escola Naval mas como reprovou no exame de admissão decidiu entrar em Belas-Artes.
Em 1921 cumpriu serviço militar em Estrasburgo no ramo da aviação.
Em 1926 trabalhou numa companhia de aviação fazendo transporte de correio entre Toulouse e Dacar.
Teve vários empregos ligados ao ramo de aviação, e em 1938 tenta fazer a ligação aérea de Nova Iorque à Terra do Fogo.
Foi piloto do Exército de Libertação durante a 2ª Guerra Mundial
Publicou vários livros, como por exemplo :
·         Correio do Sul
·         Voo Nocturno
·         Terra dos Homens 
·         Piloto de Guerra
·         Carta a um Refém
O "principezinho, publicado em 1943, foi o seu último livro.
A 31 de Julho de 1944 parte numa missão para a Córsega de onde nunca mais voltou.

Afonso Lopes 6ºJ






  


quarta-feira, 23 de abril de 2014

Um sonho estranho

Um dia algo de estranho se passava comigo... sempre que pensava em algo, esse pensamento tomava forma e transformava-se real..."
 Realmente nada me acontecera assim na vida, era como que, uma prisão, uma prisão de sentimentos, não podia pensar no que fosse! E não é que agora por pensar em "prisão de sentimentos", vejo uma prisão em que os prisioneiros eram velhos pensamentos e memórias?
 Só comigo! Acontece-me com cada coisa...Bem, não podemos ver só o lado mau nas coisas, certo? Será que se eu pensar em gelado de morango, terei um mesmo à minha frente? Resulta, ou seja, afinal isto até tem um lado bom... 
 - Cuidado! Não abuses que isto não é para sempre! - ouvi uma voz desconhecida sabe-se-lá vinda de onde.
 - Não sei quem és, "voz misteriosa", mas não tens de te preocupar comigo que eu sei cuidar muito bem de mim - respondi num tom o mais direto possível
 Agora até não me importava de se aproveitar esta oportunidade maravilhosa para ter muitas roupas e também para ter muitas roupas e também para ter uma televisão nova. Pensava, e o pensamento tomava forma, ou seja, o meu desejo cumpria-se!
 Estava agora a pensar... esqueci-me de algo, mas não sei o quê! De repente, vejo à frente o teste em que tirei negativa e ainda não mostrei... isto agora de um sonho, vai passar a um pesadelo!
 Vejo tudo preto, porque pensei em pesadelos? De repente, vejo tudo normal, foi apenas um sonho estranho!

Inês Capelinha 6ºD

terça-feira, 22 de abril de 2014

Poção Encolhedora



Certo dia decidi ir a uma loja de bruxaria, estive lá a ver as coisas e quando reparei estava um frasco de “Poção Encolhedora” e comprei-a.

Quando cheguei a casa tinha fome, então fui preparar o meu lanche, em vez de beber sumo pus a Poção Encolhedora para experimentar, aquilo sabia mesmo mal, sabia a xarope.
Passado uns minutos, comecei a ver as coisas maiores, decidi ir ao meu quarto ver me ao espelho, pois estava mais pequeno. Fiquei assustado e surpreendido ao mesmo tempo porque pensava que a Poção não funcionava.

Podia fazer tudo o que os Minimeus faziam, fazer uma formiga de cavalo, subir as folhas das plantas e o mais engraçado era que podia beber gotas de água  em vez de copos. 

Quando os meus pais chegaram e procuraram-me, não sabiam de mim porque não me viam, então eu pensei:

-Se os meus pais não me veem eu subo pelas calças até chegar ao olhos, para me verem.

Então fiz mesmo isso, os meus pais ficaram muito assustados, nunca tinham visto nada assim. Então perguntaram-me:

-Filho como ficaste assim? E agora o que fazemos para te por normal?

-Eu fui à loja de bruxaria e comprei um frasco de “Poção Encolhedora.”-disse eu.

Mas depois apercebi-me que a Poção estava a perder o efeito e passado um bocadinho já estava normal.

Rafael Amores 6ºG

O meu animal de estimação preferido

O meu animal preferido é o cão.
Olá, eu sou o cão do Rafa, chamo-me Jack. Eu gosto muito dele e de estar com ele. Ele é um bom dono.
Gosto tanto quando ele me faz festas na barriga…
 Mas pronto, isso agora não interessa. Ele anda muito bem de skate, mas odeio quando ele me diz:
- Jack empurra!
Isto quer dizer para eu empurrar o skate.
Bem, não contem a ninguém que quando eu fico sozinho em casa subo para cima do sofá e gosto muito.
Então agora vamos falar do que eu gosto que o Rafa me faça, gosto muito quando ele me faz festas, que me deixe dormir aos pés dele, que me dê uma guloseima e a coisa que gosto mais é quando estou com ele é o melhor dono do mundo não existe melhor (no mundo) amigo do que o Rafa

Gosto muito de ti Rafa!

Rafael Amores 6ºG

Poção encolhedora

 Num dia se sol, acordei a pensar se podia inventar uma poção encolhedora!

 Já estava farta de ser mais alta do que a minha mãe, já estava farta de bater com a cabeça no teto do carro do meu pai, já estava farta de ser grande, queria ser pequenina!

 Foi então, que vi uma luz ao fim do túnel! Sai da minha cama, calcei os meus chinelos e fui tomar o pequeno-almoço. Lavei os dentes e fui-me vestir! Sai de casa, fui andando pelas ruas, até que encontrei uma pequena loja com poções e muitas delas eram fantásticas!

 Entrei na loja e perguntei se havia poção encolhedora, o senhor da pequena loja disse que tinha essa poção. Deu-me instruções e um pequeno livro sobre poções! Comprei a poção encolhedora e fui para a minha casa.

 Quando cheguei a casa, fui logo ver as instruções da poção que tinha comprado. Abri o pequeno livro e li as instruções.

  O Livro dizia:

 ‘’ Poção Encolhedora: pegue numa panela e ponha lá dentro duas cenouras e duas bananas, moa e ao mesmo tempo ponha água a ferver e pimenta; Arranje uma colher grande e ponha uma tigela grande. Meta leite e seis ovos bem batidos e beba. ‘’

 Cumpri as instruções que o livro dizia. No fim de fazer as instruções bebi a poção encolhedora. Esperei um, dois, três minutos até que … PUFF!!

 Fiquei com um metro e trinta e seis de altura, era mesmo pequenina. Fui contar a toda a gente o que tinha feito e disseram- me que era uma maluca, mas gostaram de mim assim!


 E vivi feliz para sempre! 

Soraia Colaço 6ºG

Nina

 Olá, sou a Nina, uma gata branca e bege e muito felpuda. Vivo num apartamento, nos arredores de Paris. Tenho três donos, que me dão uma vida de rainha!
 Como comida da cara, durmo confortavelmente aos pés da cama dos meus donos.
 De manhã acordo o meu dono, com beijos, para que se levante, e me abra a porta da sala de estar, para eu ir á janela. O meu interesse pela janela é ver os pássaros a voar! Pois o que me apetecia, era abrir a janela para puder apanhá-los, mas infelizmente trancam-na.
Quando eles estão em casa porto.me muito bem, mas quando eles saem, ando a ver tudo o que o apartamento tem.
Apanhei a porta do guarda-vestidos da minha dona, aberto e foi uma paródia. Uma mala felpuda, e só me deu vontade de arranhá-la e despedaçá-la! E assim o fiz! Era uma mala chiquérrima, e não se aproveitou nada, havia lã por todo o quarto. Sai do quarto e tentei abrir a porta da cozinha, lá conseguir entrar. A minha dona tinha deixado, um peixinho a descongelar e não resisti e … comi-o!
 Como estava cansada, fui dormir! Passado algumas horas, os meus donos chegaram a casa e viram o que tinha feito, zangaram-se comigo e fiquei de castigo, sem poder ir à minha janela favorita!
 Apesar de fazer asneiras eles amam me muito e eu a eles!

                                                                           FIM

Soraia Colaço 6ºG

A lamparina mágica


Um dia ia na rua e encontrei uma lamparina mágica. Então decidi começar a esfregar para ver se saia um génio dos desejos, mas em vez de sair um génio saiu um coelho de várias cores que me disse:
-Pede três desejos, que eu vou concretizá-los-ei.
Logo de seguida pus-me a pensar até que tive uma ideia:
-Quero um reino gigante só para mim num lindo campo de margaridas roxas e amarelas.
E de repente: PLIIMM! Apareceu um lindo reino mas deparei me com um feito de chocolate, e não foi isso que eu tinha pedido.
-Agora só te faltam dois desejos- disse o coelho.
-Desejo ser rica!- desejei.
Caíram do céu montes e montes, mas quando as apanhei reparei que também eram feitas de chocolate!
-Já só te falta um desejo-afirmou o coelho.
-Desejo ter infinitos desejos-pedi.
E assim fiquei a vida inteira com desejos doces de chocolate.
É claro que ao fim de uns tempos comecei a engordar com tanto chocolate.



Eva Vidal 6ºD

sexta-feira, 4 de abril de 2014

UM BARULHO NO ROUPEIRO

Certo dia estava a estudar no meu quarto e ouvi um som que não era habitual. Não me conseguia concentrar e resolvi descobrir de onde vinha o ruído. Levantei-me com o ouvido à escuta e descobri que o tal ruído vinha da zona do roupeiro. 
Será que era lá dentro? 
Abri as portas e não vi nada de estranho. Fechei novamente as portas e continuei a estudar.
 Quando acabei o estudo ouvi o ruído novamente. E era o mesmo som e no mesmo sítio. Que estranho, pensei. Tinha de desvendar o mistério e abri novamente o roupeiro, tirei as roupas e olhei lá para dentro. Foi quando vi um brinquedo meu que fazia o tal som irritante que me despertou a curiosidade. A minha irmã tinha estado a brincar com ele e deixou-o ligado dentro do armário.
Finalmente tinha descoberto o que era… e fiquei contente.


Tiago Mendes
Nº 26

6º J

Ia a caminho da escola encontrei um bilhete no chão que dizia “fecha os olhos”

O SALVAMENTO DA ESCOLA

Certo dia a caminho da escola encontrei um bilhete no chão que dizia “fecha os olhos”. Eu fechei e de repente estava na escola mas surpreendentemente sozinho, sem professores, sem auxiliares, sem colegas… Mas de repente vi uma pessoa a passar por mim mas ela passou tão depressa que eu não consegui identificar quem era, virei as costas e estava o Afonso atrás de mim mas em “estado fantasma” e todo queimado.
- Que te aconteceu? - Perguntei eu 
- Eu sou o Afonso do futuro e vim aqui para te dizer que só tu podes evitar uma desgraça que acontecerá hoje às 9:50.
-Mas isso é à hora do intervalo! - Disse-lhe.
- Exatamente! À hora do intervalo vão lançar balões de água por toda a escola só que em vez de terem água têm gasolina e depois vão pegar fogo à escola toda!
- E como é que posso evitar isso?
- É simples, é só regares a escola toda com água para tirares o efeito da gasolina.
- E onde encontro uma mangueira para molhar a escola? - Perguntei-lhe.
- Há um esconderijo debaixo do monte onde está uma mangueira. - Respondeu-me o Afonso. Depois o Fantasma do Afonso bateu palmas e fui parar exatamente ao sítio onde encontrei o bilhete. Fui para as aulas e no intervalo segui as instruções do Afonso e os alunos que iam incendiar a escola foram expulsos da escola para sempre.




Tiago Mendes
Nº26

6ºJ

O Gigante Adamastor- texto feito a partir da prova final de português de 2013- 1ªchamada

Certo dia fui a uma biblioteca municipal. Muitos livros, muitos temas e muitos andares cheios de prateleiras repletas de histórias para ler. Percorri os corredores e entrei numa secção ao acaso. Tirei um livro e o que era? Os Lusíadas, de Luís de Camões. Já sabia que era um poeta e também que para defender estes poemas tinha nadado com uma mão a segurá-lo para que não se perdesse. Também que só tinha um olho que perdeu numa batalha em África e usava uma pala. Mas, ao folhear que vejo? O gigante Adamastor em carne e osso…
- Que fazes neste lugar em vez de estares dentro do livro? - perguntei-lhe, admirado com esta personagem.
- Pensava que estava no mar a assustar as naus – disse-me em lágrimas.
- Mas eu só estava a ler a tua história…
- Desculpa, por estares assustado mas realmente não sou a criatura mais bonita dos oceanos. Vou voltar para o livro e deixar-te refletir sobre este episódio. Diverte-te com a leitura. Adeus.
E acenámos as mãos dizendo adeus…
E foi assim que eu percebi que ao lermos as histórias entramos dentro delas e faz-nos acreditar que nós também fazemos parte dessas mesmas histórias.


Tiago Mendes Nº26 6ºJ

A minha cama voadora

Um certo dia entrei no meu quarto e não estava lá a minha cama. O que terá acontecido? Questionei-me.
Fui á janela e lá estava ela em cima de uma árvore. Como poderia ter ido lá parar? Só poderia ter ido a voar.
-Mas isso não é possivel, as camas não voam!!! -Disse o Afonso, que estava comigo naquele dia.
Mas depois observámos a cama a ganhar umas lindas asas e a começar a voar em direção ao meu quarto e aí ela disse:
- Querem vir dar uma volta?
Nesse momento eu e o Afonso ficamos estupefactos. Não sabíamos o que havíamos de fazer nem dizer, mas decidimos embarcar nessa aventura. Fomos então a voar até Madrid, Paris, Roma, Tóquio, Pequim e depois voltámos para o meu quarto e a cama ficou no seu lugar de sempre e encolheu as suas lindas asas. Voltou tudo ao que era.
 Tiago Mendes 6ºJ

Os Vampiros Gulosos

Um certo dia, ia a caminho da escola e de repente caí redondo no chão. Quando acordei estava numa caverna cheia de vampiros, um deles aproximou-se de mim e disse:
- Ouvimos dizer que tinhas o sangue dulcíssimo e, por isso, vamos sugar o teu sangue todo até morreres. Mas como és muito simpático vamos deixar-te escolher de que forma é que queres morrer.
- Quero morrer de velhice! – Disse eu bastante assustado
- Ah! Ah! Ah! Que piada tão seca. Já que és assim tão engraçado vamos matar-te de uma maneira muito dolorosa. Vamos comer-te vivo! Eu muito assustado fiquei caladinho no meu cantinho. Como eu era a pessoa que tinha o sangue mais doce fiquei para a sobremesa. Enquanto os vampiros comiam o “Prato principal” veio uma fada e disse-me:
- Eu vou-te dar asas de vampiro e vais ficar com a mão direita extremamente forte.
E assim foi. Quando recebi aqueles superpoderes fugi logo dali para fora e fui para a escola. Quando lá cheguei os superpoderes desapareceram e quando contei aos meus colegas ninguém acreditou. 
Tiago MendesNº2 6ºJ


Zinho,o detetive

O Detetive Zinho estava no seu quarto a arrumar as suas coisas de detetive, quando ouviu um grito pavoroso:
- Aaaiiiii!
Zinho saltou da cama, pegou na sua lupa e no seu chapéu, e abriu a porta do seu quarto. Aí ouviu o grito outra vez:
- Aaaiiiii!
Zinho quase se assustou. Mas aí lembrou-se que um verdadeiro detetive não se assusta. Engoliu o susto em seco e pegou num desentupidor  que estava na  casa-de-banho. Com o desentupidor debaixo do braço ele sentiu-se mais confiante para enfrentar aquela ameaça terrível. E pôs-se a investigar de onde viriam os gritos.
- Aaaiiiii!
Era o grito pavoroso de novo. Zinho já estava no alto da escada quando decidiu pegar em mais uma arma: entrou no quarto da mãe e saiu de lá com um sutiã na mão para usar como se fosse elástico. Testou o suti-lástico e... funcionava. Lançou uma bola de meia longe. A bola bateu no espelho do corredor, voltou e bateu na cabeça de Zinho, que ficou meio atordoado. O que mostrava que o suti-lástico funcionava.
- Aaaiiiii!
Quanto mais descia a escada mais pavoroso o grito ficava. E o detetive Zinho resolveu agarrar um ténis largado pelo irmão mais velho no fundo da escada. O ténis estava muito sujo e Zinho cheirou o ténis do irmão.
- Arrgghh! Que chulé! – disse Zinho enquanto tapava o nariz.
Era mais uma arma perfeita contra o que quer que fosse que estava a causar aqueles gritos de medo. E por falar em grito:
- Aaaiiiii!
Passando pelo banheiro no corredor o detetive Zinho entrou. Pelo barulho que fez deve ter derrubado um monte de coisas lá dentro. E saiu armado de papel higiénico (para amarrar o inimigo), uma escova de dentes (caso ele esteja com mal-hálito) e um rolo vazio de papel higiénico (que podia ser usado como espada ou coisa assim).
Carregado com aqueles instrumentos o detetive Zinho ouviu novamente:
- Aaaaaahhhhhh!
O grito tinha ficado ainda mais pavoroso. E finalmente Zinho pode identificar de onde vinha o grito: da cozinha.
Aproximou-se com cuidado da porta da cozinha, que estava fechada. Por um segundo ou dois hesitou. Devia mesmo entrar? Que terríveis perigos o aguardavam atrás daquela porta.
- Aaaaahhhhhhhh!
Quando ouviu esse último grito não teve dúvidas: ele ia fazer o que tinha vindo fazer. E chutou a porta com tanta força que caiu ao chão estrondosamente. Pôde ver então a sua irmã mais velha em cima de uma cadeira. A irmã olhava para o lado e deu mais um grito horripilante:
- Socoorroooo!
Que terríveis monstros marcianos atacavam a cozinha querendo raptar a sua irmã? Que bandidos assaltavam a casa em busca dos doces que a sua mãe tinha feito para o jantar? Que cruéis monstros invadiam a casa prontos para beber todo o leite do frigorífico?
O detetive Zinho tentou manter a calma. E reparou que sua irmã olhava para baixo. Estalou os dedos e concluiu brilhantemente:
-Ahháá! O que está a assustar a minha irmã deve estar no chão!
Então o detetive aproximou-se do ser maligno que estava a causar todo aquele terror à sua irmã. Armado com todos os objetos que agarrou pela casa, ele não tinha medo, não podia falhar.
E foi então que ele chegou bem perto e pôde ver, ali no chão limpo da cozinha... uma barata.
Quem diria que tanta inspeção iria acabar numa simples barata!

Tatiana Cavalheiro 6º D Nº 17

ESCRITA CRIATIVA: Um barulho estranho no meu roupeiro

                     O gato branco
   
Certo dia, enquanto estudava no meu quarto, ouvi um barulho estranho que vinha do meu roupeiro. Fui ver o que era, mas não vi nada e voltei para a minha secretária.
    Passado bocadinho, ouvi outro barulho, mas ignorei e continuei a estudar, como fiquei curiosa resolvi ir lá para ver se encontrava alguma coisa.
    Nem vos conto o que vi quando abri o roupeiro. Fiquei de boca aberta era um gato branco de olhos azuis. Parecia estar cansado e com fome.
    Resolvi ir buscar o peixe que tinha sobrado do jantar e dei-lhe, mas depois de ele comer adormeceu. Enquanto ele dormia pensei numa maneira de brincarmos sem fazer barulho.
    Resolvi fazer bolinhas de papel para ele rasgar. Quando o gato acordou começou a rasgar todas as bolas, mas quando ia rasgar a última bola ele desapareceu.
    Fiquei a pensar como é que um gato desaparece desta maneira, mas quando dei por mi estava sentado na minha secretária toda babada. Acreditam que eu tinha adormecido.
Nélida 6ºJ

   

Pensamentos tornados realidade

"Um dia algo de estranho se passava comigo...sempre que pensava em algo esse pensamento tomava forma e tornava-se real."

 Estava a dormir e, de repente, comecei a sonhar com um lindo campo de flores. Quando acordei, em vez de estar no meu quarto, estava num campo de flores. Perguntei-me:
 -E agora, o que faço?
 Comecei a correr, cheirando aquelas belas flores, deitei-me na verde relva, fechei os olhos e dali imaginei uma linda e grande borboleta a voar por cima de mim. Quando tornei a abrir os olhos lá estava a borboleta.
 -Mas porque será que tudo aquilo em que eu penso se torna real?-pensei- E como vou voltar para casa?
 A borboleta pousou na relva e convidou-me a subir para as suas belas asas, incrivelmente ela falava. De seguida, pediu-me que me segurasse bem e levantou voo.
 Por um momento voltei a fechar os olhos e imaginei um mar límpido cheio de bonitas algas balançando de um lado para o outro e criaturas marinhas jamais vistas.
 Quando abri os olhos estava de biquíni no topo de uma rocha há beira-mar com os cabelos a esvoaçar ao vento, no céu conseguia ver a grande e bela borboleta a voar para longe.
 Vendo aquela linda água, não hesitei em mergulhar. Quando levantei a cabeça da água o cabelo continuava seco, como se estivesse num filme.
 Quando saí da água vi sangue e um golfinho ferido. Tinha levado com uma faca que havia caído de um barco. Trouxe-o para a beira-mar, com cuidado tirei-lhe a faca e fui apanhar umas algas.Com elas, fiz um curativo que apliquei no golfinho.
 Ele não podia ir assim para a água, por isso, pensei no que podia utilizar e, de repente, veio-me à cabeça que podia usar uma ligadura que vindo do nada me acertou na cabeça.
 -Esta agora!-exclamei.
 Embrulhei a ligadura na barbatana ferida do golfinho e quando dei por mim comecei a afastar-me e a rodar ficando cada vez mais longe do golfinho que tinha voltado para a água são e salvo. Afinal era tudo um sonho, mas um bom sonho, onde eu podia controlar tudo. Acabei por tirar um curso como veterinária, que foi o que eu sempre quis.
Tatiana Cavalheiro 6º D Nº 17


 A maldição do Homem do olho verde

Um dia acordei e o céu estava verde.
Quando vi que o céu estava verde, levantei-me rapidamente e fui ver o que se passava. Tudo estava verde, até mesmo as nuvens tinham ficado verdes. Eu fui até ao parque central em Lisboa e lá encontrei o Homem do olho verde, ele tinha amaldiçoado o céu e agora estava da cor do seu olho verde.
Fui à polícia pedir que tentassem prender o Homem do olho verde. A polícia tentou, mas todos os tentaram prendê-lo, ficaram verdes e amaldiçoados. Faziam tudo o que o seu líder mandava.
À medida que ia amaldiçoando mais pessoas, mais forte ia ficando e o céu cada vez com um verde mais escuro.
Depois de ter amaldiçoado todos os cidadãos de Lisboa, dirigiu-se para o Porto onde tinha a sua central que controlava todos os seus poderes.
Eu tinha de fazer alguma ciosa para o deter.
Então fui a casa buscar as minhas armas defensoras e dirigi-me até ao Porto, para confrontá-lo.
Passaram-se 3h e eu finalmente consegui derrota-lo.
Todos me agradeceram, mas ainda faltava uma coisa desligar a máquina.
Subi 38 escadas e cheguei lá, peguei num pau e destrui a máquina.
O céu e as nuvens voltaram à sua cor normal.


Beatriz Lapa 6ºG nº3

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Escrita Criativa: Um dia acordei e o céu estava verde

Um dia acordei e o céu estava verde. Pensei, pensei e não encontrei nenhuma razão para o céu estar verde. Fui para a rua, mas quando ia entrar no elevador encontrei um senhor todo vestido de branco.
-Bom dia.- disse 
-Olá meu rapaz.- respondeu- Que vais tu fazer a rua com esta multidão e o céu verde?
-Não sei. Espere por acaso sei, vou ver se alguém sabe o que esta a acontece.
De repente o elevador parou.
-Não, não, não eu não gosto de estar preso em espaços apertados.- disse eu já a entrar em pânico.
-Tem calma meu rapaz, daqui a pouco isto começa a andar.
- Ok,Ok.- respondi.
Sentei-me cruzei as pernas e fechei os olhos para ficar mais calmo, mas quando abri os olhos estava em cima de uma montanha com aquele senhor.
-Mas o que é que esta a acontecer, como é que eu vim aqui parar.
-Tem calma meu rapaz fui eu que te trouxe até aqui.
-Mas como?- perguntei.
- Olha bem para mim e diz-me com quem eu pareço.
-Espera aí, tu és muito parecido com Jesus!- exclamei.
-Exatamente. E eu é que te vou dizer porque é que o céu esta verde.
-Diz por favor.
-Tenta lembrar te o que é que disseste ontem sobre a tua família antes de dormir.
-Eu disse que odeio a minha família.- respondi.
 -Pois disseste. E achas que isso se diz?
-Não. E peço desculpa.- disse eu já a chorar.
-Estas arrependido?- perguntou Jesus.
-Sim, sim.
Jesus disse me que da próxima vez que eu disser isso o céu passaria a ser preto e que Ele ia dar um jeitinho de eu ficar mais vezes preso no elevador para aprender a lição.
Mas eu nunca mais disse isso, porque a família é o tesouro mais importante que temos na nossa vida.
Nélida 6ºJ

terça-feira, 1 de abril de 2014

ESCRITA CRIATIVA: Certa tarde eu decidi passar pela biblioteca. Quando cheguei a casa para o começar a ler...

Palavras Mágicas

 Certa tarde eu decidi passar pela biblioteca, pois queria ler um livro sobre animais.
Quando cheguei a casa para o começar a ler, reparei que havia algumas palavras escritas de forma estranha, mas não quis saber. Cheguei à página 7 e as palavras já eram tantas que decidi ir investigar um pouco sobre elas, por isso comecei a folhear o livro para ver se encontrava alguma coisa que esclarecesse a minha dúvida. Na página 15 dizia “para decifrares estas palavras vai à página 242” e então lá fui.
Foi então que percebi que a única coisa que mudava nas palavras era a ordem das letras como por exemplo Roma = amor.
Diverti-me a ler as palavras, mas assim que disse a primeira fiquei invisível. Afinal aquelas palavras eram mágicas e sempre que dizia alguma coisa, algo acontecia.
Quando dei por mim já estava invisível, numa floresta, em cima duma árvore a cantar. Estava tudo a ser bastante divertido quando de repente… acordei.
Afinal tinha adormecido e tudo não passava de um sonho.


                                                                  


Sofia Alves nº22 6ºG

A carta- Robinson escreve a seu pai...

                                                                                     Hull, 18 fevereiro de 2014
Meu querido pai,

    Estou a escrever-te esta carta para te pedir desculpa por não te ter avisado que ia viajar com o meu amigo para alto mar.

    Não te disse nada porque pensei que me ias impedir de ir e eu não queria esperar mais para fazer o que eu quero.

    Quando o meu amigo me chamou eu hesitei um pouco, mas depois decidi ir.

    Quero deixar-te orgulhoso para veres que estou a fazer a coisa certa, mas se isso não acontecer eu não vou desistir.

    Tenho muitas saudades tuas e espero que me perdoes.
  
    
Abraço do teu filho.



                                                                        

  Robinson